Blog da Suzane Carvalho

Categoria : MOTOS

Com a largada de hoje, Rally Piocerá completa 30 anos
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Suzane Carvalho

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foto: divulgação

Foi dada largada para o Enduro Rally Piocerá. A edição histórica de 30 anos da prova foi iniciada na noite desta terça-feira (24/1), em Teresina (PI). Os cerca de 600 participantes subiram a rampa e receberam o carinho do público. Nesta quarta-feira, carros, motos, quadriciclos e UTVs partem em direção a Piripiri (PI). As bikes vão para Campo Maior.

Em três décadas, o Piocerá colocou o nome do Piauí no cenário nacional e internacional, com uma das provas mais conceituadas da América Latina.
Para Ehrlich Cordão, idealizador do rali e diretor da Radical Produções, organizadora do evento, trata-se de uma conquista inédita: “Essa é uma conquista que todos os piauienses se orgulham. O evento levou o nosso nome para o cenário automobilístico do mundo inteiro e mostrou que aqui somos capazes de fazer o melhor”, destacou.

O percurso da prova terá aproximadamente 1.000 quilômetros para os carros, motos, quadriciclos e UTVs. Os bikers vão pedalar mais de 350 quilômetros. O encerramento será em Caucaia (CE), no dia 28.

Confira a programação da prova:
25/01/2017- Primeira etapa
Teresina (PI) – Piripiri (PI) – Carros, motos, UTVs e quadriciclos
Teresina (PI) – Campo Maior (PI)  – Bikes

26/01/2017 – Segunda etapa
Piripiri (PI) – Viçosa (CE) – Carros, motos, UTVs e quadriciclos
Ubajara (CE) – Ipú (CE) – Bikes

27/01/2017 – Terceira etapa
Viçosa (CE) – Sobral (CE) – Carros, motos, UTVs e quadriciclos
Circuito Serra de Meruoca (CE) – Bikes

28/01/2017 – Quarta etapa
Sobral (CE) – Caucaia (CE) – Carros, motos, UTVs e quadriciclos
Circuito Serra do Juá (CE) – Bikes

O Enduro Rally Piocerá 30 anos tem patrocínio da Caixa, Governo do Piauí e Governo do Ceará, apoio da Michelin, Audax, IMS Race, Honda e Prefeitura de Teresina. Colaboração do Sebrae.

Acompanhe nas redes sociais:
Site oficial: www.piocera.com.br
Facebook Rally Piocerá 2017
Youtube Rally Piocerá 2017
Instagram Raly Piocerá 2017

Fonte:
VIPCOMM – Assessoria de Imprensa


Africa Twin, a nova big trail da Honda, já está sendo entregue
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Suzane Carvalho

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Ela demorou para chegar, mas chegou brasileira. Finalmente andei na Africa Twin! Para quem estava bastante ansioso para testá-la, como eu, dois anos de espera foi muito tempo. Para a Honda, o tempo certo e ideal para  adequar a fábrica de Manaus, treinar pessoal, além, claro, de “nacionalizar” a moto para se adequar ao nosso combustível e ao PROMOT 4.4.2, lei de emissão de poluentes para os veículos de duas rodas. Por isso esse tempo entre o momento em que foi apresentada no Salão de Milão, o EICMA, em outubro de 2014 até o seu lançamento oficial no Brasil.

Após ler a matéria, não deixe também de assistir aos vídeos e ler a história da Africa Twin.

suzane_teste_honda_africa-twin_nov_2016_AAA_0141cTestei-a na região de Campos do Jordão, SP. Andei por serras bonitas com curvas tanto de alta velocidade quanto de muito baixa velocidade, no asfalto, em um total de 80 km. Na terra, percorri apenas outros 30 quilômetros e no plano, pois estava chovendo. Saímos em direção a Monteiro Lobato pela “Serra antiga de Campos”, depois seguimos até São Bento do Sapucaí e de lá voltamos para Campos do Jordão por uma serra que passa por Campista, SP-383, e indico a todo motociclista. Muito bonita mesmo e de baixa velocidade. Boa para passear e para praticar com sua moto.

A Africa Twin é a primeira moto “flagship” da Honda fabricada no Brasil, que é o único país fora do Japão que a produz. Isso quer dizer “moto topo de linha”. Até então, somente as Goldwing, VFRs e Fireblade, todas importadas, foram vendidas por aqui.

Ela é mais no estilo “magrela”, pois foi projetada visando ser utilizada mesmo no off-road. O aro 21 na frente confirma esta tendência. Vem com pneus para uso misto, de medida 90/90/21” na frente e 150/70/18” na traseira, e com o conceito “Go Anywhere”, mas nada impede que você os troque. As rodas raiadas reforçadas , que vêm na cor dourada, combinando com as bengalas, e a utilização de câmaras confirmam a vocação para terra e pedras. E por isso a nomenclatura CRF 1000L mesma sigla que todas as motos off-roads da Honda: CRF 450, CRF 230, e por aí vai… O que quer dizer “CRL”? Não tive uma resposta oficial da Honda, mas encontrei diversas versões na internet, como você pode encontrar.

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O meu guia neste test ride foi ninguém menos que o Jean Azevedo, multi campeão de rally, sobre duas rodas
e com experiência em 15 “Dakars”.

O ABS da Africa Twin pode ser desligado somente na roda traseira e com a moto parada. Mas é fácil: é só apertar o botão que fica à direita do painel. Os freios são compostos por dois discos flutuantes de 310 mm e duas pinças radiais com 4 pistões, cada, na dianteira. Na traseira, disco único com 256 mm.AAA_0050b_1000

O controle de tração, chamado de HSTC – Honda Selectable Traction Control, pode ser regulado em 3 níveis com a moto em movimento e também ser desligado totalmente. O botão fica no lugar onde costumamos ter o lampejador do farol alto (o lampejador fica no próprio botão do farol). O Jean Azevedo recomendou que utilizasse na posição “1” (menos controle) quando entrássemos na terra, pois se colocar no “3” (maior controle) e tiver que utilizar potência para subir uma ladeira, ela pode não entender se por acaso escorregar em uma pedra, pois o controle diminui temporariamente a potência da moto para o caso de chuva ou terreno muito escorregadio, como lama. Até aconteceu comigo durante o teste: eu achei que o motor estava falhando, mas eu havia desligado o motor pra esperar os colegas e quando religuei, ela voltou para o nível 3. Eu, na verdade, só ligo o controle de tração para testá-los nas motos, mas para andar mesmo, sempre deixo desligado. Acho que o piloto deve ter a sensibilidade para entender quanto e como acelerar; mas infelizmente não são todos que têm sensibilidade para tal e é por isso que as fábricas, tanto de motos quanto de carros, desenvolveram esta tecnologia.

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Assim que estava saindo do hotel já senti o quão leve é a moto para fazer curvas de baixa velocidade. Basta pequeno toque no guidão e um joguinho de cintura para que faça os contornos mais fechados. É só você pensar em fazer a curva e sem nenhum esforço, ela já está indo na direção que você quer.

A suspensão traseira é do tipo pró-link, com ajuste de pré-carga da mola, que é fácil de ser mexido, e o amortecedor, que é único, da Showa tem 220 mm de curso. Já a suspensão dianteira, é possível ajustar com chave de fenda (eu ando com uma na pochete) a compressão e o retorno dos amortecedores Showa que têm 230 mm de curso assim como a pré-carga da mola. O garfo telescópico é invertido e tem 45 mm de diâmetro.
A altura mínima
do solo é de 25 cm.

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O motor é em dois cilindros paralelos com ignição a 270° somando exatos 999,1 cc. É SOHC, (Over Head Camshaft), UNICAM, ou seja, com comando único, que tem ressaltos para as válvulas de admissão e outros ressaltos que acionam os balancins roletados para as válvulas de escape. O objetivo é deixar o motor mais leve e tirar peso das extremidades.
Para tirar vibração, tem um sistema triplo de balanceiros com dois contra-pesos na árvore de comando para cada pistão. E outros dois no eixo superior.

São duas velas de ignição por cilindro. sendo duas delas, próximas às válvulas de escape para ajudar na redução de emissão de poluentes.
Ela tem o Cânister, que é um sistema de recuperação dos gases do combustível que são reaproveitados e com isso não são jogados na atmosfera. Funciona até mesmo com a moto parada: o combustível que evapora é captado e condicionado em um filtro de carvão ativo que, quando a moto é ligada, puxa o ar externo; e essa mistura é jogada de volta para o motor.

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O cárter é seco, o que também ajudou na compactação do motor, e o arrefecimento é líquido, realizado através de dois radiadores.
A potência máxima é de 90,2 cv a 7.500 rpm e o torque, 9,3 kgf.m a 6.000 rpm. Corta por volta dos 9.000 rpm.
A relação diâmetro x curso do pistão é de 92 x 75,1 mm. Curso menor significa que sobe de giro rápido, pois a biela tem menos caminho a percorrer.
A relação de compressão é de 10:1 e a embreagem é deslizante.

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A aceleração dela é bastante rápida. Não deu para fazer um “de 0 a 100”, mas o torque é sentido logo que aceleramos. O número pode não parecer tão grande, mas junte a ele a relação de marcha curta, com transmissão final por corrente e a relação peso/potência da moto, que você terá excelente resultado.
Entrega de potência gradativa é uma das características das motos da Honda. É bem assim: quanto mais você pede, mais ela te dá. Se você pedir muito e de uma vez ela te dará. Mas se você quiser passear devagarinho por ruas de paralelepípedo ou na beira da praia,
não terá problemas para controlar a potência e será muito tranquilo fazê-lo.
O peso dela, vazia, é de 212 quilos.

AFRICA TWIN_63O chassi é em aço e do tipo berço semiduplo, em que o bloco do motor não faz parte da estrutura, para que não absorva impactos, no caso de uso extremo no off-road.

O painel é grande e bipartido. Fica praticamente na vertical e te dá informações como consumo instantâneo, consumo médio do trecho percorrido, velocidade média, dois odômetros parciais e cronômetro na parte de baixo. Conta-giros e velocímetro, mais o nível do combustível, ficam na parte de cima. Nas laterais, as luzes espia.

O tanque de combustível tem um desenho que vai até a parte baixa banco, centrando o peso geral da moto. Segundo o computador, o consumo médio do meu teste ficou em 16,1 km/l. O tanque tem capacidade para 18,8 litros sendo 3,6 da reserva. Aliás, as reservas normalmente dão autonomia para aproximadamente 50 km. Mas atenção: não tome isso como verdade absoluta, pois a qualidade do combustível e a maneira como você acelera, adicionadas à precisão do computador da moto, serão de fundalmental importância para que você atinja este número. Fazendo as contas, chegamos a um número de 302,68 quilômetros de autonomia.

AFRICA TWIN_157As luzes são todas em LED e os piscas ficam acesos todo o tempo, como luzes de posição (ou lanterna) juntamente com o farol baixo. Quando os ligamos para um dos lados, eles ficam mais fortes e, logicamente, piscando. Todo o conjunto chama bastante atenção, o que é super importante para estradas ou mesmo cidades.

O banco tem regulagem para duas posições: 85 ou 87 cm do chão e é fácil mudar, com a mesma chave da ignição. No vídeo eu mostro como.

Para abrir os maleiros também se usa a mesma chave. Para quem os utiliza em viagens, achei bem fácil e prático. Normalmente acho que as malas, tanto as laterais quanto o baú traseiro, atrapalham a aerodinâmica em curvas de alta e também em situações onde há muito vento lateral, mesmo em retas longas. Mas não senti esse incômodo durante o teste, mesmo alcançando uma velocidade máxima de 161 km/h, pois o vão entre a moto e as malas laterais é mínimo e não chega a formar um túnel de vento.

Teste Review  da Honda Africa Twin 2017

Teste Review da Honda Africa Twin 2017

Os protetores de mão e o protetor de cárter são de série.

Cores: a branca com as linhas em azul e vermelho e a vermelha com as linhas em branco e preto.

Acessórios:
Protetor do tanque: R$ 3.350,00
Top Box com encosto dorsal para o garupa: R$ 2.990,00
Malas laterais: 4.800,00
Parabrisa alto: R$ 990,00
Cavalete central: R$ 1.430,00

Preço:
R$ 64.990 a versão se
m as malas e com parabrisas menor. A que vem com os acessórios e mais a tomada 12 volts, chamada de “TE” – Travel Edition, R$ 74.990 o preço sugerido, base São Paulo, sem frete nem seguro.
A Honda oferece ainda 3 anos de garantia sem limite de quilometragem e o Honda Assistance 24 Horas, um serviço de emergência em que você pode ligar a qualquer hora, de qualquer lugar do Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai e Chile.

Links para o vídeo com meu teste completo e outro para um clipping do teste:



Conheça as 3 mulheres que completaram o Dakar 2017 pilotando motocicletas
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Suzane Carvalho

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Laia Sanz, Rosa Romero e Anastasiya Nifontova, as 3 mulheres que completaram o Dakar 2017 de moto

As três mulheres que participaram competindo entre os 143 pilotos de  motos, tiveram 100% de aproveitamento no Dakar 2017.

laia-facebookLaia Sanz, 31 anos
A mais nova e mais experiente no Dakar, é espanhola, de Barcelona.
Tem 1.80 m e pesa 78 kg.
Com 4 anos de idade, “roubou” a moto 25 cc do irmão para dar suas primeiras voltas.  Aos 6, fez sua primeira corrida e com 14 ganhou seu primeiro título espanhol de Trial, disputando com os meninos.
Competiu em Trial até 2014, quando decidiu parar para se dedicar aos ralis.  Mas trouxe na bagagem, 13 títulos mundiais femininos e outros 10 europeus.
Aos 24 começou a participar do Campeonato Mundial de Enduro.
Suas classificações gerais entre as motos, nas participações no Dakar:

  • 2017: 16ª
  • 2016:15ª
  • 2015: 9ª (8ª da 4ª etapa y 5ª en la etapa 8)
  • 2014: 16ª (7ª da 9ª etapa)
  • 2013: 93ª (12ª da 8ª etapa)
  • 2012: 39ª
  • 2011: 39ª
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Laia com a KTM 450 Rally Replica com que disputou o Dakar 2017 na Classe Elite ASO Foto: Facebook pessoal da piloto

 

rosa_bRosa Romero Font, 47 anos
Outra espanhola, é casada com o piloto Nani Roma que também disputa o Dakar, mas nos carros, e ganhou em 2014.
Tem 3 filhos: duas meninas, de 18 e 12 anos e um menino de 7.
A paixão por motociletas é própria, pois não tem ninguém na família ligada ao motociclismo.
É Engenheira de Telecomunicações e ainda pedala em estradas e esquia em montanhas.
Se considera apenas amadora, já que divide seu tempo com a educação dos 3 filhos e com o trabalho.
BRAVA!

  • 2017: 80ª
  • 2016: 67ª
  • 2015: 52ª
  • 2014: Abandonou na 5ª etapa
  • 2012: Abandonou na 3ª etapa
  • 2006: Abandonou na 4ª etapa
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Com a KTM 450 entrou na Classe 2.2 Marathon

 

anastasiya_foto_facebookAnastasiya Nifontova, 38 anos
Nasceu em Washington, nos Estados Unidos mas é radicada em Moscou, na Rússia.
Tem 1.68 m e pesa 54 quilos.
Na infância, fez patinação e esquiou, ganhando alguns campeonatos.
Atraída pelas motocicletas, pediu ao pai, e ganhou sua primeira moto aos 16 anos, quando também começou a trabalhar em uma loja de motos e começou a competir em 1999.
Pariticipa regularmente do Cross Country Rally World Cup onde, em 2014, foi vice-campeã feminina e 26ª na geral, entre 130 pilotos.
Em 2015 ganhou o Africa Eco Race rally-marathon e o FIM Cross-Country Rally World Championship entre as mulheres e se classificou em 6° na geral.
Fez sua estreia no Dakar este ano e completou, chegando em 75° na geral das motos.
Produz e apresenta programas sobre motocicletas e é diretora da Husqvarna na Russia.
Tem, todavia, uma mancha em sua carreira: ano passado foi suspensa do FIM Women’s Cross Country Rallies World Cup por doping.

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Anastasiya correu com uma Husqvarna FR 450 Rally na categoria Classe 2.1 Super Production


Honda XRE 2017 ganha novas cores e grafismo
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Suzane Carvalho

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Projetada para quem necessita de um meio de locomoção para o dia a dia nas cidades e para aqueles que desejam se aventurar pelo on-off ou estradas aos finais de semana, o modelo 2017 da XRE tem duas versões: Standard e a com freios C-ABS (Combined ABS).
A versão com C-ABS vem com a pintura tricolor: azul, vermelho e branco, do Team HRC (Honda Racing Corporation, equipe de competições oficial da Honda) para reforçar o lado “Adventure” da XRE 300.
A versão Standard tem nas cores preta ou verde perolizadas, com a carenagem prata na lateral dianteira, combinando com a balança em alumínio.
Nas três cores as pinças de freio vêm na cor dourada.

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A XRE 300 é a única da categoria que vem com o sistem de freios C-ABS (Combined ABS), criado e desenvolvido pela Honda. Ele reúne os benefícios do ABS (Anti-Lock Brake System), evita o travamento das rodas em frenagem bruscas, facilitando o controle da moto em situações de emergência, e do CBS (Combined Brake System), que distribui a força de frenagem entre as rodas,  evitando o mergulho da suspensão dianteira e perda de aderência e/ou travamento do pneu traseiro.

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O motor é monocilíndrico, quatro tempos, DOHC (Double Over Head Camshaft – duplo comando de válvulas no cabeçote) com 291,6 cm³, alimentado por injeção eletrônica PGMFi.
É Flex, e quando alimentado com etanol, desenvolve até 25,6 cv de potência a 7.500 rpm e torque de 2,80 kgf.m a 6.000 rpm. Com gasolina, perde só 0,2 cv e 0,04 kgf,m.
A refrigeração é a ar.
O câmbio é de 5 velocidades e a transmissão final por corrente.

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O chassi é do tipo berço semiduplo (o mesmo da Africa Twin), que oferece comportamento estável em qualquer tipo de terreno. A suspensão dianteira é  com garfo telescópico com 245 mm de curso, e a traseira, do tipo Pró-link monoamortecida, com curso de 225 mm. A balança é de alumínio.

Os aros também são de alumínio cromatizados em preto que contribuem para uma pilotagem mais leve. Vem calçada com pneus para uso de misto na configuração 10/90 – 21M/C (dianteiro) e 120/80 – 18M/C (traseiro).

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O painel de instrumentos é do tipo Blackout que, além de oferecer ótima visualização, traz informações como: velocidade, medidor e consumo de combustível, tacômetro (conta-giros), hodômetro total e parcial, além da luzes espias e lampejedor do farol.

O tanque de combustível tem capacidade de 13,8 litros com reserva de 3,9.
A tampa do combustível é articulada, mais prática e esportiva.

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Fabricada em Manaus (AM), a linha 2017 da XRE 300 estará disponível em toda rede de concessionários Honda a partir de fevereiro. Na versão Standard tem preço público sugerido de R$ 16.190,00 e a Rally, com C-ABS, R$ 17.990,00.
Os valores têm como base o Estado de São Paulo, sem despesas com frete ou seguro.
A garantia é de três anos sem limite de quilometragem, com fornecimento gratuito de óleo em sete revisões.

Assista à viagem que fiz com uma XRE 300, saindo de Porto Velho, em Rondônia, e indo até la Paz, na Bolívia, pela Estrada da Morte:


Mercado de total de Motocicletas em 2016 foi de 3.700.000
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Suzane Carvalho

Coletiva Abraciclo Dez 2016

Mercado total de motocicletas no Brasil

A queda do mercado total de motocicletas de 2015 para 2016 foi de 9,36%. Entre novas e usadas, cerca de 3 milhões e 700 mil motocicletas foram comercializadas durante o ano de 2016. O grande problema foi a queda no mercado de motos novas, que caiu 28,5% e fez com que as montadoras tivessem que se adequar aos números, diminuindo a linha de produção, renegociando com formecedores, fechando concessionárias e, consequentemente, dispensando colaboradores.
A projeção da variação do mercado em relação a 2015, ficou assim:
Produção: – 29,5%
Vendas no Atacado: – 27,7%
Vendas no Varejo: – 26,5%
Exportação: -19%
Usadas: -2,01%

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Linha de produção da Honda

Até as vendas por consórcios tiveram queda de 24,6%.  E o pior: a previsão é de que os números continuem caindo no próximo ano.  Sendo otimista, a ABRACICLO – Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares, prevê queda de 4% em 2017.

Coletiva Abraciclo Dez 2016

Mercado de Scooter cresceu em relação a 2015. Clique na imagem para ampliá-la.

O mercado de scooters, que vinha crescendo e atingiu seu pico em 2014, teve crescimento em relação ao ano passado, ano em que teve decréscimo, com um total de 38.006 novas unidades vendidas.

Já a produção total de motocicletas, caiu aos níveis de 2002

Lembro que a frota atual do Brasil é de mais de 25 milhões de motocicletas rodando nas ruas.

Coletiva Abraciclo Dez 2016

Marcos Fermanian

“Nossos produtos têm qualidade e durabilidade maior que os concorrentes asiáticos, mas são mais caros. Para continuar crescendo, inclusive no mercado externo, precisamos buscar junto ao governo condições para aumentarmos nossa competitividade com preços condizentes com o poder aquisitivo do Brasil e da América do Sul”, declarou o presidente da entidade, Marcos Fermanian.

A projeção para 2017 foi feita baseada no conhecimento do mercado pelas próprias montadoras, sem pensar em planos do governo “Olhamos para nós mesmos, porque não dá para prever o que vai acontecer com o país”, completou Fermanian.

O “otimismo” dá-se por conta de novos modelos que serão lançados e também pela movimentação que o Salão Duas Rodas causa nos motociclistas.

“A motocicleta é importante para a sociedade brasileira porque a transformou, e isso é definitivo”, afirmou Roberto Akiyama, diretor da Abraciclo.

Coletiva Abraciclo Dez 2016

Coletiva Abraciclo Dez 2016


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Ducati tem o maior crescimento desde que entrou no Brasil, há quatro anos
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Suzane Carvalho

Ducati XDiavel

Ducati XDiavel

A Ducati do Brasil bateu recorde de crescimento no mês de novembro e registrou o melhor resultado da companhia desde que chegou oficialmente ao Brasil, em 2012.

Segundo dados da Abraciclo – Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares, a Ducati cresceu 35,3% de e emplacou 1.100 unidades nos últimos 11 meses. Em market share a marca italiana alcançou a participação de 5,1% no último mês, sendo 3,5% o maior resultado já obtido.

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Nova Panigale 959

No último ano as mudanças e as ações realizadas na Ducati do Brasil foram direcionadas para deixar a companhia mais competitiva, ágil e pronta para o crescimento.  Tenho certeza que estamos no caminho certo e vamos continuar avançando“, comenta Diego Borghi, presidente da Ducati do Brasil.

O recorde é resultado de uma série de ações que vem sendo tomadas pela companhia para reestruturar e solidificar cada vez mais a sua presença no Brasil.
O grande destaque e responsável por este crescimento é o modelo DUCATI XDIAVEL, apresentado em julho de 2016 no mercado nacional. No último mês o modelo que teve o início efetivo de sua comercialização, foi responsável por 24% do total de vendas da marca. Com unidades esgotadas para entrega em 2016 da versão “S”, a XDiavel é um dos maiores cases de sucesso da Ducati.

MELINA VOSS - CFO DUCATI DO BRASIL_1000Nova Diretora Financeira
Aos 33 anos, Melina Voss assume o cargo de CFO (Chief Financial Officer) no lugar de Diego Borghi, que foi para a presidência.  Sua última passagem profissional foi na Audi do Brasil, onde gerenciou a área de Controladoria nos últimos 6 anos. Melina desenvolvia atividades focadas em planejamento financeiro, controle orçamentário, medição de performance das áreas de negócio e recentemente participou do projeto de implementação da fábrica da Audi no Brasil.
Segundo Melina, o desafio de conduzir uma área financeira em tempos de crise é grande mas, se baseado em uma estratégia adequada, torna-se plenamente viável.
” O mercado das duas rodas no Brasil também sofre com a crise econômica, e isso se reflete diretamente nas finanças. Entendo que a Ducati vem consolidando as competências corretas pra encantar seus clientes nesse mercado exigente e está apoiada em uma estratégia consistente e sustentável para os próximos anos.  Isso, na minha visão, é o ponto de partida para o sucesso e agora é trabalhar para otimizar os recursos e canalizá-los de forma eficiente”, explica Melina Voss.

Motocilcista, a nova CFO da Ducati vê um espaço enorme a ser explorado pelas mulheres nesse mercado. “E em situações de crise isso pode ser um bom diferencial”, finaliza.


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Harley-Davidson dá desconto de até 7.000 nas últimas unidades 2016
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Suzane Carvalho

Softail Breakout 2016 está por R$

Softail Breakout que custava R$ 73.700 está por R$ 66.700

Pagar R$ 7.000 a menos naquela Harley-Davidson que você estava namorando, não é nada mal.  Em se tratando da bela Softail Breakout, melhor ainda.

Com a chegada dos modelos 2017 e nova motorização, a Harley-Davidson está liquidando os últimos modelos 2016.
Pertencente à família Softail®, a Breakout® é uma motocicleta que esbanja força e personalidade. Vem equipada com o motor Twin Cam 103B™ – High Output, Refrigerado a ar de 1.690  cm³. Tem tanque de combustível com capacidade para 18.9 litros, pesa 322 kg já abastecida e a algura do banco é de 66 cm.
O preço dela cai de R$ 73,7 mil para R$ 66,7 mil, e a fábrica oferece ainda ao cliente a possibilidade de ter uma valoração de R$ 5 mil em sua seminova, e taxa de 0,99% ao mês no financiamento.

Softail Breakout

A Dark CustomT Fourty Eight sai por 45.700

Já a Fourty-Eigth, da família Sportster e representante do estilo Dark Custom,  que tem motor Evolution® refrigerado a ar com 1.202 cm³,

tem o assento diferenciado, suspensão dianteira e traseira aprimoradas, rodas leves de magnésio e tanque com grafismos inspirados nos anos 1970. Ela pesa 252 kg e a altura do banco é de 66,6 cm.  O preço que era de R$ 50,7 mil, caiu para R$ 45,7 mil e o cliente ainda pode escolher entre R$ 2 mil de valorização na seminova ou taxa de 0,99% ao mês com 30% de entrada e saldo em até 36 vezes.

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A Street Bob está a R$ 50.800 e a Fat Bob, R$ 54.900

A Street Bob e a Fat Bob, ambas da família Dyna, estão com desconto de R$ 5.000.
A Fat Bob® é uma moto de acabamentos escuros e faróis dianteiros bullet duplos. Ela tem motor  Twin Cam 96™ refrigerado a ar com 1.585 cm³ e pesa 320 kg, já abastecida.  A altura do banco é de 69 cm.  Sai dos R$ 59,9 mil por R$ 54,9 mil, contando com R$ 4 mil de valorização em sua seminova e taxa de 0,99% ao mês no financiamento.

Já a Street Bob® é uma motocicleta com estilo bobber, despojado e hardcore.  Tem o mesmo motor que a Fat, mas pesa um pouco menos, 304 kg, e a altura do banco é de 67,5 cm. O preco caiu dos R$ 55,8 mil para R$ 50,8 mil, e conta com R$ 3 mil de valorização em uma seminova, além da taxa de 0,99% ao mês no financiamento.

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Triumph comemora 4 anos de Brasil e mostra lançamentos para 2017
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Suzane Carvalho

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Bonneville Street Cup

Bonneville Street Cup chegará em abril

Este ano a Triumph já comercializou no mercado brasileiro, 3.500 motocicletas, número esse que deverá chegar em torno de 3.800 unidades até o final de dezembro. Com isso, o desempenho da fábrica inglesa no mercado brasileiro apresentará uma pequena queda de 4,5%, quando comparado ao obtido em 2015, o que não é considerado ruim pelo fabricante, já que em 2016 o segmento de motocicletas premium (acima de 500 cc) deverá cair cerca de 21%. E a matriz inglesa não está preocupada com esses números, já que a participação da marca neste segmento no Brasil é de 10,75%, superior à média mundial da fábrica, que é de 6,4%.

A maior fatia de market share é comemorada por Waldyr Ferreira, gerente Geral da Triumph Motorcycles Brazil.
A marca inglesa está comemorando também 4 anos da inauguração de sua fábrica no país e não deixa de ousar, divulgando lançamentos programados para 2017, projetando um crescimento em suas vendas. “Nossa expectativa é comercializar aproximadamente 4.000 motocicletas no próximo ano, o que representará um aumento acima de 5% nos nossos negócios. Como o segmento premium deverá se manter no mesmo patamar de 2016, em torno de 35.000 a 36.000 motos, então nossa meta é ampliar a participação para algo entre 11% e 12%”, acrescenta o executivo.

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Bonneville Scrambler estará disponível em junho

Seguindo a mesma estratégia adotada em 2016, várias novidades serão lançadas no ano que vem. Já estão confirmadas, três modelos que ampliarão o leque de opções do consumidor no crescente segmento das clássicas: as Bonneville Street Cup (abril), Bobber (maio) e Scrambler (junho), que se juntarão às Street Twin, Thruxton R, T120 e à T120 Black, que chegará em dezembro, completando assim os 7 modelos Bonneville.  Em um sonho de consumo, digo: eu gostaria de ter as 7 na sala da minha casa. ¦-)

Além das três citadas acima, este ano foram lançadas também as Tiger Explorer XR, XCx e a XCa, a Speed Triple R e a Tiger Sport.

A Bonneville T120 Black será o nono lançamento de um ano repleto de novidades tecnológicas. “Apesar do cenário econômico difícil, a Triumph optou por manter seus planos para o mercado brasileiro em 2016 e também para 2017, e acreditamos que o bom resultado de vendas obtido até agora é uma resposta positiva do exigente público do segmento”, afirma Waldir. “Por isso, além das novas clássicas, outros lançamentos estão previstos para 2017, inclusive para o Salão Duas Rodas, no segundo semestre”, destaca.

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Bonneville Bobber chegará em maio

A grande maioria das motocicletas Triumph vendidas no Brasil é montada na Fábrica 6 da Triumph, instalada em Manaus (AM). Inaugurada em outubro de 2012, com somente três modelos, hoje a unidade é responsável pela montagem de 16 deles, incluindo a nova Bonneville T120 Black a ser lançada daqui a duas semanas – e outros dois começam a ser montados a partir de janeiro. A fábrica conta com área construída de 2.945,94 m² e o número de funcionários vem crescendo e hoje são 62 trabalhadores. Mas a fábrica ainda trabalha com 50% de sua capacidade, já que está preparada para produzir até 7.000 motos por ano.

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Tiger Explorer XCx, lançada em julho

Parte fundamental do sucesso da marca no Brasil nestes quatro anos é resultado direto do bom trabalho de vendas e pós-vendas desenvolvido pela Rede de Concessionárias da marca. Em 2016, duas novas concessionárias foram nomeadas em São José dos Campos (SP) e João Pessoa (PB). A Rede Triumph conta hoje com 15 revendas no País e ganhará mais uma no próximo mês, em Londrina (PR). “Nossa estratégia atual é ter muito cuidado com o ritmo de crescimento da Rede, nomeando novos representantes somente em praças estratégicas. Não queremos perder a qualidade dos nossos serviços e, ao mesmo tempo, queremos concessionários fortes e com experiência no setor”, explica o executivo. “Em 2017, a expectativa é abrir outras duas, em cidades que estamos prospectando nas regiões Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste”, acrescenta.

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Tiger Sport 1050, lançada em outubro

Nestes quatro anos, a Triumph vem se empenhando em desenvolver no mercado nacional seu conceito “For The Ride”, fomentando experiências positivas na pilotagem das motocicletas junto ao seu público. Com esta finalidade foi criado, em 2013, o Triumph Riding Experience (TRX), programa de relacionamento da marca com os seus clientes, com o apoio de pilotos e profissionais renomados. Nestes três anos de atuação foram realizados cursos on e off-road, passeios Bate &Volta, ativações de Wheelie Machine em eventos variados, viagens nacionais e internacionais, palestras, happy-hour e outras interações com clientes e amantes da marca. Mais de 7.500 pessoas participaram de alguma das atividades.

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A nova Speed Triplo 1050 chegou em julho

Este ano foi lançado também o TRX Days, um evento realizado durante um final de semana, com o objetivo de proporcionar aos proprietários da marca a oportunidade de conhecer melhor sua moto em ambientes seguros. O evento é voltado também para as famílias dos motociclistas, com atividades desenvolvidas também para suas esposas e filhos.

A Triumph Motorcycles Brazil é a 10ª subsidiária da empresa pelo mundo e conta com sede em São Paulo (SP) e fábrica em Manaus desde 2012.
A marca conta com 15 concessionárias nas cidades de São Paulo (SP), Campinas (SP), Ribeirão Preto (SP), São José dos Campos (SP), Porto Alegre (RS), Brasília (DF), Curitiba (PR), Belo Horizonte (MG), Rio de Janeiro (RJ), Goiânia (GO), Florianópolis (SC), João Pessoa (PB) e Recife (PE).

 

Fundada em 1902, a Triumph Motorcycles é uma empresa global, atuando diretamente em 12 países, por meio de suas filiais, e indiretamente em mais 42 mercados, através de distribuidores independentes. A Triumph é a maior fabricante britânica de motos e a marca que mais cresce no segmento acima de 500 cc nos países nos quais está presente. O faturamento mundial da empresa gira em torno de R$ 2 bilhões e a produção total é de, aproximadamente, 54.500 unidades anuais. No mundo todo, a Triumph possui cerca de 750 concessionárias e perto de 2.000 funcionários.

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Africa Twin, da Honda, já está à venda!
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Suzane Carvalho

 

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Ela demorou, mas chegou brasileira.
A partir da segunda semana de dezembro começa a chegar nas lojas, esta que é a primeira moto “Flagship” da Honda, montada em Manaus.  Mas já pode ser reservada.

São duas versões: ABS e ABSTE, que quer dizer “Travel Edition”,  que vem com as malas, para-brisas maior, tomada 12 volts.
São duas cores: a branca com detalhes em vermelho e azul, e a vermelha com os detalhes em branco e preto.

No mais, as duas são iguais: 3 níveis de controle de torque (HSTC – Honda Selectable Torque Control), 4 níveis de controle de tração, embreagem deslizante.

suzane_noticia_honda_africa-twin_016O motor com 999,1 cc bicilíndrico paralelo com virabrequim a 270° e 8 válvulas, despeja 90,2 cv de potência máxima a 7.500 rpm e 9,3 kgf.m de torque máximo, a 6.000 rpm.
Tem duas velas por cilindro, ignição de comando duplo e sequencial, e injeção PGM-FI.  A compressão é de 10:1 e a relação diâmetro x curso do pistão é de 92,0 X 75,1 mm. Exige bastante óleo: 4,9 litros.

Inspirada na CRF 450R Rally, tem chassi do tipo berço semi-duplo em aço, em que o motor não é parte integrante dele.  É leve: vazia, pesa 212 quilos.
A suspensão dianteira tem garfo invertido em alumínio com 230 mm de curso e ajustes de compressão, retorno e precarga da mola.
A traseira, pro-link com amortecedor Showa, com curso de 220 mm e ajuste de pre-carga da mola.
Rodas de alumínio com aro 21″na frente e 18″atrás.

suzane_noticia_honda_africa-twin_017O freio dianteiro tem disco duplo de 310 mm e pinças radiais de quatro pistões. O traseiro, disco é simples de 256 mm.  O ABS pode ser desligado somente na roda traseira.

O tanque com capacidade para 18,8 litros.

O banco tem altura regulável para 85 ou 87 cm do chão com altura mínima do solo de 25 cm.

A Honda pretende vender em todo o território nacional, 1.200 unides da Africa Twin nos próximos 12 meses.

Preço? R$ 64.900 e 74.900 a Travel Edition. Lembro que ela tem 3 anos de garantia e o Honda Assistance 24 horas, válido durante o período da garantia e na Argentina, Chile, Uruguai e Paraguai, além do Brasil.  O seguro, em parceria com a Allianz, sai por R$ 2.275,00.

Semana que vem publicarei o teste com ela, em vídeo.

Enquanto isso, veja abaixo uma galeria:


PCX 2017 vem nas cores Marrom, Prata Fosco ou Cinza Escuro Metálico
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Suzane Carvalho

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A PCX 2017 chegou com novas cores: Prata Fosco e Cinza escuro Metálico para a versão Standard e Marrom Perolizado com banco marrom claro, para a DLX.
Desde que foi lançada, em 2013, a PCX tomou a liderança no ranking de vendas de scooters no Brasil e acaba de ganhar o prêmio de motocicleta com o menor índice de desvalorização do mercado.

Um dos destaques da PCX é o sistema “Idling Stop” que permite o desligamento automático do motor e retomada automática após acionamento do acelerador. Com baixo impacto ao meio ambiente, o sistema permite maior economia de combustível e melhor autonomia.

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O motor é monocilíndrico OHC (Over Head Camshaft), 4 tempos com 149,3 cc, injeção eletrônica PGM-FI (Programmed Fuel Injection) e arrefecimento líquido. A potência máxima é de 13,1 cv a 8.500 rpm com torque máximo de 1,36 kgf.m a 5.000 rpm.

Possui sistema de freios CBS (Combined Brake System), que distribui parte da força aplicada ao freio traseiro para o dianteiro, deixando a frenagem mais equilibrada. Na dianteira, o disco possui diâmetro de 220mm e cáliper de duplo pistão. Já a traseira apresenta freio a tambor de 130 mm.

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A transmissão é automática continuamente variável CVT (V-Matic), e o tanque de combustível tem capacidade para 8,9 litros.

Na suspensão dianteira, garfo telescópico com 100 mm de curso; na traseira, duplo amortecimento e curso de 85 mm. As rodas aro 14” tem pneus 90/90-14M/C 46P na dianteira e 100/90-14M/C 57P na traseira.

O conjunto óptico conta com lâmpadas em LED para o farol, lanterna e indicadores de direção.

suzane_noticia_pcx-dlx_2017_marron_detalhe-frente_1000Sob o banco, um compartimento com capacidade para 25 litros com espaço para dois capacetes fechados, além de um pequeno porta-objetos na frente, que na versão DLX vem com tomada 12 volts.

Produzida em Manaus, tem 3 anos de garantia mais 7 trocas de óleo gratuitas.

O preço público sugerido é de R$ 10.300,00 para a Standard e 500 reais a mais para a DLX, sem contabilizar os gastos com frete e seguro.