Blog da Suzane Carvalho

Arquivo : yamaha

Yamaha lança segunda geração da Factor YBR 125
Comentários 4

Suzane Carvalho

Versão mais completa da YBR 125 tem partida elétrica e freios a disco.

A moto da Yamaha que mais vende, modernizou o visual.  Por enquanto, só o visual, porque o motor e chassi continuam os mesmos.

Ela ganhou um novo conjunto de tanque e tomada de ar laterais que permitem que a perna fique mais bem encaixada, nova rabeta, para-lamas e escapamento.  Tudo para deixá-la com visual mais esportivo.
O painel mudou de cor e os faróis agora são automáticos e acendem quando liga a ignição.

O motor continua sendo o monocilíndrico de 124 cc SOHC, refrigerado a ar e com alimentação feita por carburador.  A potência máxima é de 10,2 cv a 7.800 rpm e o torque de 1.0 kgf.m a 6.000 rpm.  O câmbio tem 5 marchas.  A novidade fica por conta do acionamento a vácuo do carburador e a presença de um sensor de posição do acelerador chamado de TPS, que “avisa” ao motor o ponto correto de ignição.

O quadro é o mesmo, do tipo diamante e com distância entre-eixos de 1.290 mm.

Tem trail de 90 mm e ângulo de cáster é de 16° 20′. O raio mínimo de giro é de 2.1 metros.

Pesa 105 kg e o banco fica a 78 cm do chão.

A suspensão dianteira é garfo telescópico com 120 mm de curso e a traseira, balança articulada com 105 mm.

São quatro versões: K1, K, E e ED.  A de entrada, com partida a pedal e freios a tambor, tem o preço sugerido de R$ 5.390,00.  A mais cara, ED, com partida elétrica e freios a disco, R$ 6.490,00.

A Yamaha desenvolveu um programa de revisão para os primeiros 18.000 quilômetros, que sai bem em conta.  As duas primeiras, com 1.000 e 3.000 km, saem por R$ 21,00.

Tem nas cores branca, preta, vermelha e azul.

A versão de entrada, K1, tem freios a tambor e partida a pedal.

 

 

 

 

 

 


Valentino Rossi no Brasil: leia entrevista na íntegra
Comentários 4

Suzane Carvalho

O simpático e bem humorado piloto 9 vezes Campeão Mundial de Motovelocidade está de passagem pelo Brasil  para promover o lançamento da 2ª geração da moto Yamaha Factor 125, da fábrica que voltará a defender pelos próximos dois anos.

Ontem à noite, Rossi deu uma entrevista coletiva no Hotel Intercontinental de São Paulo, com a presença do presidente da Yamaha Brasil, Sr. Shigeo Hayakawa, que declarou: “A Yamaha está investindo no Moto GP e queremos ganhar o campeonato com dois pilotos muito bons como Lorenzo e Valentino.  Especialmente Valentino com quem já trabalhamos e tem fama de ter uma boa interação com os engenheiros, afinal, uma máquina não é somente feita por eles.  E isso será importante para melhorar nossa M1.  Com isso a Yamaha Japão está esperando ser campeã novamente, mas desta vez sendo o número 1 e o número 2.  Este é nosso desejo.”

Valentino deixou a equipe Yamaha pela qual correu durante 7 anos conquistando 4 títulos mundiais, em busca de novos desafios e defendeu a Ducati pelos dois últimos anos.  Seu companheiro de equipe, Jorge Lorenzo, foi o campeão com a própria Yamaha em 2010 e 2012.

Rossi foi Campeão com a Aprilia nas categorias 125 e 250 cc e com a Honda tanto nas 500 cc quanto na Moto GP, fábrica que defendeu de 2000 a 2003, ganhando três campeonatos e um vice.  Em 2004 se transferiu para a Yamaha onde ganhou outros 4 títulos.

No Rio de Janeiro correu oito vezes entre 1996 e 2004, nas categorias 125, 250 e 500 cc e obteve 6 vitórias e 2 abandonos.  Rossi começou a entrevista falando da lembrança que tem de suas vitórias no Rio e elogiou a pista, falou de sua volta à Yamaha e do quanto é ruim “andar atrás” em uma corrida.

Leia a íntegra da entrevista que foi comandada pela assessora de imprensa da Yamaha, Antoniela Silva, que fez perguntas enviadas por diversos meios de comunicação.  Ele respondeu em um inglês “italianado” e a tradução foi feita por mim.

Apesar da ausência do Moto GP no Brasil e considerando que hoje o mundial não é transmitido em TV aberta, como você enxerga o fato de que o motociclista brasileiro de todas as idades e classes sociais usam a inscrição “Valentino Rossi” e o número “46″ em suas motos?  Qual a importância desse símbolo cultural para você?
Rossi: A primeira coisa, é que é uma grande pena que não há corrida da Moto GP no Brasil.  Todos temos uma grande memória de quando corri no Rio de Janeiro onde a pista era muito divertida e ficava no Rio por alguns dias.  Era muito divertido para todos.  Espero que no futuro nós voltemos a correr aqui.  Sobre os símbolos para os motociclistas, por esta razão vou tentar continuar correndo com o número 46.

O que você espera da temporada 2013 da Moto GP?
Rossi: Será uma temporada importante porque eu vim de duas temporadas difíceis com a Ducati e os resultados não foram como eu esperava.  Estou muito orgulhoso e feliz por ter outra chance com a Yamaha e ter a minha moto de volta que é uma moto que me deu muito sucesso e grandes lembranças.  Claro que a expectativa dos outros pilotos que competem pelas outras marcas, meu companheiro de equipe, o Jorge Lorenzo, os pilotos da Honda, que são muito fortes e rápidos e nós sabemos exatamente o que devemos fazer.  O foco será ir ao podium o maior número de vezes possível e tentar ganhar algumas corridas e tentar brigar pelo campeonato.

Você tem feito testes com a nova Yamaha.  Quais as principais diferenças que você encontrou da motocicleta que você vai usar, a M1, da Ducati?
Rossi: A Yamaha é uma moto muito bem balanceada.  É possível dar um bom grip na frente e atrás, é mais fácil guiá-la porque tem características mais suaves e é bem diferente da Ducati que pilotei nos últimos dois anos.

Ainda é muito cedo para perguntar isso, mas quantos  anos você acha que ainda vai correr no Moto GP?
Rossi: Neste momento tenho um contrato de dois anos com a Yamaha e vou decidir sobre meu futuro dependendo dos resultados.  Se daqui há dois anos eu estiver competitivo e puder lutar pelo podium então eu decidirei sobre outra temporada.  Verei o nível de competitividade em que estarei neste ponto, e então decidirei se continuo por mais uma ou duas temporadas.

É a segunda vez que você tem o Lorenzo como parceiro.  Como está a relação entre vocês?
Rossi: É boa.  No início foi mais difícil porque nós éramos mais jovens, eu era o “número 1″ da Yamaha e nas três primeiras corridas ele foi muito rápido e quando você tem um companheiro de equipe forte é difícil de ter um bom relacionamento, mas agora ele tem um bom respeito por mim.  Nós queremos ganhar o campeonato para a Yamaha.  Juntos seremos uma dupla forte e temos que ser assim por toda a temporada, pois isso será decisivo para ganhar o campeonato.

Você apontou o  espanhol Marc Márquez (atual campeão da Moto 2 e que liderou os treinos da pré-temporada da semana passada) como um jovem piloto que lembra seu estilo de pilotagem.  Quais características assemelham você a ele?
Rossi: Marquez é muito impressionante.  É uma surpresa porque ele é muito rápido.  Veio da Moto2 onde foi campeão.  Ele é o único piloto de 20 anos que ganhou como eu ganhei.  Acho que ele será um grande problema para todos este ano.  Lembro quando comecei a correr na Moto GP.  Acho que será uma boa briga com ele.

Quem você considera o principal adversário de 2013?
Rossi: Para mim, certamente que Lorenzo e Pedrosa, que está buscando ganhar o campeonato mundial (foi campeão na 125 e bi na 250).  E já que você perguntou sobre Marc, estou certo de que ele será muito muito forte e rápido, e acredito que a briga pelo título será bem apertada.  Mas ainda coloco Lorenzo e Pedrosa como os principais.

Nós sabemos que na temporada de 2013 você tem uma nova equipe.  O que você espera desta equipe de apoio da Yamaha?
Rossi: A Equipe Yamaha é sempre muito boa.  Tem uma muito boa atmosfera e é bom estar ali.  Tenho os mesmos mecânicos que tinha na Ducati que são os mesmos que tinha na própria Yamaha em de 2004 a 2010.  Nós estamos juntos desde 2000 e são mais de 12 anos e conhecemos muito bem uns aos outros e por isso sei que poderemos fazer um bom trabalho e uma boa temporada.

Você acha que as duas temporadas ruins na Ducati marcaram de alguma forma a sua imagem junto aos fãs italianos e do mundo todo?
Rossi: Foi um grande desafio defender a Ducati.  Principalmente porque nenhum piloto na história do Moto GP ganhou o campeonato com três diferentes fábricas.  Eu tinha que tentar.  Eu e minha equipe perdemos o desafio de vencer, mas são coisas que podem acontecer na carreira de um esportista.   Poderíamos ter tido um grande sucesso, mas infelizmente perdi tempo em que poderia estar vencendo, mas acontece.

Sobre os treinos dos Estados Unidos (Austin) desta semana, você disse que teve problemas nas entradas de curva com sua M1.  Você acha que poderá ter o mesmo problema em outras pistas?
Rossi: Em Sepang eu fui rápido e o teste não foi tão ruim. O maior problema para mim é o freio.  Eu uso o freio dianteiro de forma diferente do Lorenzo.  É uma questão de desenvolver o acerto e a melhor forma de frear e parar a moto, e a equipe vai trabalhar nisso para o próximo final de semana em Jerez onde teremos outros 3 dias de treino que serão muito importantes, pois serão os últimos antes da 1ª corrida.  Se você conseguir ser competitivo em Jerez você será também competitivo nas outras pistas.

A sua volta à equipe Yamaha foi puramente  uma questão técnica, para ter chances de lutar pelo título ou a sua história passada com a marca também teve um peso importante para a decisão?
Rossi: Ambos.  A primeira razão é que eles têm uma moto muito competitiva que me dará condições de lutar por podium, por vitórias e suponho que pelo campeonato.  Foi uma difícil decisão de sair da Yamaha em 2010, mas na Ducati infelizmente não tivemos oportunidade de ter um bom resultado e tivemos a chance de voltar à Yamaha e onde conheço todo mundo desde 2004 e com certeza na Yamaha tive as melhores corridas e os melhores momentos de toda minha carreira.

O que você achou do Autódromo de Austin, no Texas?
Rossi: A pista é ótima.  Toda a estrutura em volta é fantástica.  No Texas a temperatura também é excelente para o motociclismo.  O Sol, uma boa temperatura do asfalto, e não estava muito quente.  O traçado é bom e muito parecido com outras pistas do Tilke (Hermann Tilke , projetista que está desenhando também o Autódromo Internacional Beto Carrero World, em Santa Catarina) como Shangai, Turquia, Malásia, e até as curvas são parecidas.  É bom porque são divertidas, rápidas e ao mesmo tempo, com um difícil “hairpin”, retas longas, são bastante largas, então as corridas podem ser atraentes.

Após tanto sucesso na categoria, o que te motiva a continuar?
Rossi: Eu gosto desta vida.  Especialmente desenvolver uma moto, tentar levar uma Moto GP ao limite, o trabalho com a equipe, com a Yamaha, com a fábrica, para melhorar a moto.  Estou em boa forma, e especialmente com uma boa motivação.  Por estas razões eu quero continuar.

Desde o momento que você chegou a São Paulo, não deve ter tido muito tempo, mas o que você tem achado desta sua visita ao Brasil?
Rossi: É a primeira vez que venho a São Paulo.  Todas as outras vezes que vim ao Brasil foi sempre para o Rio de Janeiro.  Infelizmente não pude ver nada porque tenho estado muito ocupado.  Talvez esta noite tenhamos mais tempo para dar uma volta.  Estar no Brasil é sempre bom porque as pessoas em geral são alegres e gentis. Acho que é um lugar legal.

Nós sabemos que você faz treinos de Motocross no intervalo da temporada.  Você já pensou em realizar o Backflip (manobra acrobática do Motocross)?
Rossi: Não, não.  Há uns 5 ou 6 anos eu quis tentar porque os pilotos caem no chão macio. (risos).  Mas agora não mais…

O que você diria para os novos pilotos brasileiros que estão começando na Motovelocidade?
Rossi: Os brasileiros em geral têm uma grande paixão pelo motociclismo mesmo sem ter um piloto de ponta, porque depois do Alex Barros a situação ficou um pouco pior.  Agora vocês têm um piloto na Moto 2 (Eric Granado). O que tenho a dizer é: TENTE!  Tente guiar a moto, e especialmente começar quando você ainda é muito jovem porque quando se é jovem sua cabeça é livre para entender a melhor maneira de ser rápido com a moto.  Espero ver novamente no futuro algum bom piloto do Brasil.

O piloto Piquet disse que a pior coisa para um vencedor é andar atrás do grid.  Como você encarou estes dois últimos anos?
Rossi: Nelson?  (risos…)  É verdade.  Quando você está acostumado a estar na primeira fila ou no máximo na segunda, e passa a estar no máximo na segunda e normalmente na terceira, é muito mais difícil.  Você descobre outro ponto de vista (literalmente).  Prefiro não descobrir mais nada! (risos…) Mas tudo isso é experiência.

O que você achou do trânsito de São Paulo?  Chegou a ver as motos na rua?  Qual a sua impressão?
Rossi:  Nos últimos dias, algumas pessoas aqui de São Paulo me falaram que é impossível andar de carro.  Então você tem que ir de helicóptero ou motocicleta.  Com o tráfego pesado é uma boa forma de economizar tempo, mas é importante ter atenção principalmente com as portas dos carros que podem ser abertas, e quando se anda pela lateral (no corredor) é preciso ir devagar porque alguém pode abrir a porta.

Sua volta à equipe também trará produtos da linha Valentino Rossi para a Yamaha?
Rossi: Sim, penso que sim e estamos trabalhando nesse sentido.  Estamos desenvolvendo  todo o novo equipamento com o logo e o diapasão da Yamaha.  Minha cor é o amarelo e a deles é o azul, e amarelo com azul dá uma boa combinação.

Quando você escuta falar do Brasil, qual a primeira coisa que vem à sua cabeça?
Rossi: O time de futebol, certamente!  E também as mulheres.

Nesta manhã você pode testar a nova Factor.  Gostaríamos de saber qual a sua impressão sobre o novo produto?
Rossi: Eu já havia testado antes.  Este tipo de produto é muito importante para a fábrica porque as motos pequenas são muito vendidas em todo o mundo.  Ela é muito leve para o tráfego.  Mas tem um pouco menos de potência ao que estou acostumado. (risos).


Prêmio Imprensa Automotiva elege melhores carros e motos de 2012
Comentários 4

Suzane Carvalho

Aconteceu hoje, no Autódromo ECPA, em Piracicaba, interior de São Paulo, o 14° Prêmio Imprensa Automotiva organizado pela ABIAUTO (Associação Brasileira de Imprensa Automotiva).

No Prêmio, carros e motos são pré-selecionados pelos jurados para uma final comparativa.  Participei da eleição das motos juntamente com outros 11 votantes.

Eis as motos finalistas e nas fotos, as vencedoras:

Honda VFR 1200F

 

Categoria Estradeira:
BMW K 1600 GTL
Harley-Davidson Street Glide
Honda VFR  1200F
Yamaha XT 1200Z Super Ténéré

 

 

 

 

Honda NC 700X

 

Categoria Urbana/Street:
Dafra Next 250
Honda CG 150 Fan Flex
Honda NC 700X
Yamaha Fazer 250 BlueFlex

 

 

 

 

Honda CBR 1000RR

 

Categoria Esportiva:
BMW S 1000RR
Honda CBR 1000RR
MV Augusta F4

 

 

 

 


O prêmio de Melhor Moto Imprensa Automotiva 2012 ficou com a Honda VFR 1200F, bi-campeã.

Nas categorias de carros, 65 jornalistas de todo o Brasil participaram da votação.  A curiosidade ficou por conta de Volkswagen e FIAT não levarem nenhum prêmio. Eis os vencedores:

Carro Nacional: Chevrolet Onix
Carro Importado: Ford Fusion
Utilitário Esportivo: Ford EcoSport
Picape: Ford Ranger
Compacto: Chevrolet Onix
Monovolume: Chevrolet Spin
Melhor carro Imprensa Automotiva: Chevrolet Onix


Honda CB 1000R é a grande vencedora do “Moto do Ano”
Comentários 6

Suzane Carvalho

A grande vencedora do concurso Moto do Ano promovido pela revista Duas Rodas foi a big naked da Honda, a CB 1000R.

Promovido pela revista há 15 anos, este concurso se tornou o maior comparativo de motos do mundo.  Este ano foram 50 motos finalistas, divididas em 12 categorias, que foram julgadas em sete quesitos, por sete jornalistas especializados.  O público também participou da votação.   Com a entrada de novas marcas e a variedade maior de modelos, o concurso se tornou mais competitivo e atraente.  Ganham os consumidores.

VEJA AQUI todas as finalistas, os jurados e detalhes do regulamento.

As vencedoras por categoria foram:

Motoneta: Honda BIZ 125

Street até 150 cc: Honda CG 125 Fan Flex

 

Street até 300 cc: Dafra Next 250

 

Trail: Honda XRE 300

 

Big Trail até 800 cc: Kawasaki Versys 650 City

 

Big Trail até 1200 cc: Yamaha XT 1200Z Super |Ténéré

 

Naked até 800cc: BMW F 800R

 

Naked até 1200 cc: Honda CB 1000R

 

Sport: MV Augusta F4

 

Sport Touring: Kawasaki Ninja ZX-14R

 

Custom: Harley-Davidson Night Rod Special

Touring: Harley-Davidson Street Glide


A “árdua” tarefa de testar 50 motos em dois dias
Comentários 4

Suzane Carvalho

Testando a Kawasaki Concours 14   foto: Adilson Silva/Foto Perigo

No final de semana passado, dias 13 e 14, aconteceu no Campo de Provas da Pirelli, em Sumaré, interior do estado de São Paulo, a votação das motocicletas finalistas do concurso Moto do Ano da Revista Duas Rodas.

O maior concurso de motos do mundo elege os melhores lançamentos dos últimos 12 meses, sendo que é preciso ter no mínimo três concorrentes em cada categoria.  Pode participar também a “Moto do Ano” do ano anterior e/ou a mais vendida da categoria, se o número de lançamentos não for suficiente.

Foto: Marcel Mano

Pegando todas as informações da Honda GL 1800 Gold Wing

 

Pelo segundo ano consecutivo tive a oportunidade de participar deste seleto grupo de jornalistas que tiveram a “difícil missão” de testar e votar em 50 motos de 12 diferentes categorias, em dois dias. “Difícil” porque o nível das motos está cada vez melhor, e em algumas categorias era difícil apontar uma vencedora.

 

Os quesitos em que demos notas de 5 a 10 foram: Motor, Suspensão, Freio, Conforto, Manobrabilidade, Design e Custo-Benefício.  Este último pesou para melhorar ou piorar a média de várias delas.

Além de mim, o corpo de jurados foi composto por Arthur Caldeira (Agência Infomoto), Celso Miranda, (Canal BandSports), Cícero Lima (Revista Duas Rodas), , Leandro Mello (Programa Auto Esporte/Revista Duas Rodas), Roberto Dutra (Jornal O Globo) e Téo Mascarenhas (Jornal O Estado de Minas).  O público também pode participar votando através do site da revista.  O resultado será divulgado na noite do dia 24 de outubro.  Fiquem ligados!

Veja aqui as finalistas:

Motoneta
Honda Biz 100
Honda Biz 125
Kasinski Win Eletrika

Street até 150cc
Dafra Riva 150
Honda CG 150 Fan Flex
Suzuki GSR 150i

Street até 300cc
Dafra Roadwin 250R
Dafra Next 250
Honda CBR 250R
Honda CB 300R
Yamaha Fazer 250 BlueFlex

Trail
Honda NX 400i Falco
Honda NXR 150 Bros
Honda XRE 300
Kasinski CRZ 150

Big trail até 800cc
BMW G 650GS Sertão
Honda NC 700X
Honda XL 700V Transalp
Kawasaki Versys 650 City
Yamaha XT 660Z Ténéré

Big trail até 1200cc
BMW R 1200GS
Honda VFR 1200X Crosstourer
Kawasaki Versys 1000
Yamaha XT 1200Z Super Ténéré

Touring
Harley-Davidson Street Glide
Harley-Davidson Electra Glide Ultra Limited
Harley-Davidson CVO Ultra Classic Electra Glide
Honda GL 1800 Gold Wing
Kawasaki Concours 14

Sport-touring
Honda CBR 600F
Honda VFR 1200F
Kawasaki Ninja 650
Kawasaki Ninja 1000
Kawasaki Ninja ZX-14R

Sport
BMW S 1000RR
Honda CBR 1000RR
MV Agusta F4
Yamaha YZF R1

Naked até 800cc
BMW F 800R
Honda CB 600F Hornet
Kawasaki ER-6
Kasinski Comet GT 650

Naked até 1200cc
Honda CB 1000R
Kawasaki Z1000
MV Agusta Brutale 1090

Custom
Harley-Davidson Dyna Switchback 1600
Harley-Davidson Fat Bob 1600
Harley-Davidson Night Rod Special 1250
Suzuki Boulevard M800R
Suzuki Boulevard M1500R

Foto: Marcel Mano

Harley-Davidson CVO Ultra Classic Electra Glide


Yamaha Fazer ganha versão Flex no modelo 2013, mas mantém a mesma potência
Comentários 2

Suzane Carvalho

A FAZER 250 BLUE FLEX 2013

“Blue” de “céu azul, natureza”.  “Flex” de “flexível”.
A Yamaha está lançando uma nova versão da Fazer 250, bicombustível.

O motor é o mesmo da versão a gasolina: monocilíndrico de 249 cc, com comando de válvulas simples no cabeçote, 4 tempos, potência de 21 cavalos a 8.000 rpm e torque de 2,1 kgf.m a 6.500 rpm com compressão de 9.8:1.  Segundo a fábrica, abastecida com álcool, com gasolina ou com qualquer mistura entre os dois, o desempenho é o mesmo.

O que mudou em relação ao modelo para ser abastecido somente a gasolina (mas que também é com injeção eletrônica e tem o mesmo bico injetor), foi o mapeamento do motor e a pressão da bomba de combustível.   Ganhou também um segundo filtro de combustível e uma entrada de ar a mais na carenagem lateral.  Alguns componentes como os da admissão receberam tratamento especial de níquel para proteção contra a corrosão provocada pelo etanol.   O pistão é forjado e o cilindro tem revestimento cerâmico.  Ela tem também o sistema PCV, que reaproveita o vapor gerado pelo aquecimento interno do motor que retorna para um reservatório na caixa do filtro de ar, voltando depois para o cárter por meio da válvula solenoide.

Em temperaturas abaixo de 5° centígrados, recomenda-se manter pelo menos 4 litros de gasolina no tanque.

Mesmo com outro mapeamento de motor, com gasolina, o consumo das duas versões é igual.  Com etanol, o consumo é de 20 a 30% maior.

O tanque de combustível tem capacidade para 19,2 litros (4,5 da reserva) e o consumo com gasolina é em média 26 km/l.  A autonomia da Fazer, com gasolina, é próxima dos 500 quilômetros.
Está sendo lançando também o óleo Yamalube, versão para etanol.

O design continuou o mesmo, com visual “invocadinho”.  Lanterna traseira em led, altura do banco é de 80,5 cm, rodas de liga leve como se fossem cinco raios, com 10 pontos de fixação, pneus Pirelli Sport Demon medidas 100/80/17 na frente e 130/70/17 atrás.  O freio dianteiro tem disco de 282 mm de diâmetro e pinça com dois êmbolos, e o traseiro, também disco de 220 mm de diâmetro.

O painel tem conta-giros analógico e mostrador em cristal líquido com velocímetro, hodômetro total e dois parciais, relógio, marcador de combustível e as luzes espia incluindo a do Blue Flex, que indica que não pode partir com a motocicleta enquanto ela estiver acesa.
O farol é multirefletor com lente em policarbonato facetado e tem lâmpada de 60 watts, um pouco mais potente que a maioria das motos, que costuma vir com lâmpada de 55 watts.
O chassi é do tipo berço duplo. A suspensão dianteira com barras de 37 mm de diâmetro tem protetores, enquanto a traseira é monoamortecida com 120 mm de curso e o link é por rolete.  Ela pesa só 154 kg.

A diferença de preço entre as duas versões é pequena: R$ 11.279,00 a versão somente a gasolina e R$ 11.690,00 a Blue Flex.  Tem nas cores preta e prata.  Na versão a gasolina que continuará a ser produzida e comercializada, tem ainda a vermelha.
A Yamaha quer vender 5.000 unidades da Fazer 250 Blue Flex até o final do ano, além de outras 10.000 da versão somente a gasolina, que até o final de junho, vendeu 13.562 unidades. Em 2011 foram vendidas 33.560 Fazer.

A queda na concessão de crédito dos últimos meses afetou as vendas de motocicletas de baixa cilindrada.  Mário Rocha, Diretor Comercial da fábrica, disse que “apesar do consumo de motocicletas ter caído no primeiro semestre deste ano, a empresa está investindo 50% a mais do que em 2011, e não mudará seus planos.”


Francês Christophe Pourcel ganha a etapa brasileira do Mundial de Motocross
Comentários COMENTE

Suzane Carvalho

fotos: Suzane Carvalho

largada da bateria final da MX1

Após domínio do italiano líder do campeonato Antônio Cairoli durante os treinos da categoria MX1, quem ganhou a 5ª etapa do Campeonato Mundial de Motocross realizada durante este final de semana no parque  Beto Carrero World em Santa Catarina, foi o francês Christophe Pourcel, que ganhou a primeira bateria e chegou em quarto na segunda.  Com maiores dificuldades na pista pesada, Cairoli ficou em 8° na etapa, mas se manteve líder do campeonato.  O italiano David Philippaerts chegou em segundo e o belga Kevin Strijbos em terceiro.

Dos seis brasileiros que participaram da prova, Antônio Jorge Balbi Jr. foi o que obteve melhor resultado: 19° na geral, depois de chegar em 21° e 16° nas duas baterias. Wellington Garcia ficou em 21° e Juan Carlo Ramos em 26°.

Na MX2, quem saiu vitorioso foi o inglês Tommy Searly, com o francês Christophe Charlier em segundo e o espanhol Jose Butron em terceiro.

Dos oito brasileiros que participaram, Marçal Muller foi o melhor classificado, com a 18ª posição.  Endrews Armstrong ficou em 20° e Thales Vilardi em 21°.

Classificação final da etapa, da categoria MX1:

1

 Christophe PourcelFRAKawasaki251843

2

 David PhilippaertsITAYamaha221537

3

 Kevin StrijbosBELKtm162036

4

 Gautier PaulinFRAKawasaki52530

5

 Rui GonçalvesPORHonda181331

19

 Antonio Balbi JrBRAKawasaki055

21

 Wellington GarciaBRAHonda314

26

 Jean Carlo RamosBRAKawasaki000

 

Classificação final da etapa, da categoria MX2:

1

Tommy SearleGBRKawasaki252550

2

Christophe CharlierFRAYamaha221638

3

Jose ButronESPKTM132235

4

Jeremy Van HorebeekBELKTM221535

5

Joel RoelantsBELKawasaki161834

18

Marçal MüllerBRAKawasaki516

20

Endrews ArmstrongBRAHonda123

21

Tales VilardiBRAHonda303

O Honda GP Brasil de Motocross foi a 5ª etapa do Campeonato Mundial de Motocross que terá um total de 16 etapas.

Durante o final de semana, algumas novidades foram anunciadas pela empresa promotora do evento, Romagnolli Promoções e Eventos. A primeira delas, é que Lincoln Duarte está deixando a presidência da Liga Nacional de Motociclismo para fazer parte de sua equipe, cuidando dos contatos e contratos dos eventos internacionais.  E entre esses eventos, está o próprio Mundial de Motocross que renovou contrato até o ano de 2015, além da negociação com a organização do Mundial de Motocross Feminino, entre outros.

O Parque Berto Carrero World é um empreendimento que merece elogios, pois é muito bem administrado por Alex Murad, filho de Beto Carrero.   Ele está transformando o parque em um centro de entretenimento da melhor qualidade, inclusive com a construção de um autódromo.  Aliás, há que se elogiar a organização como um todo, pois tanto público quanto profissionais envolvidos encontraram boa estrutura e facilidade de deslocamento.

Fui cobrir o evento a convite da Moto Honda da Amazônia.

pódiuns da MX2 e da MX1

 


Mundial de Motocross – 1ª bateria foi debaixo de muita lama
Comentários 1

Suzane Carvalho

Após chover durante a noite e toda a manhã de hoje, a primeira bateria da etapa brasileira do Campeonato Mundial de Motocross foi com muita lama.   A dificuldade dos pilotos em manter as motos de pé era evidente.

Na MX2 quem cruzou a bandeirada na frente foi o inglês Tommy Searly, com o francês Christophe Charlier em segundo e o belga Jeremy Van Horebeek em treceiro.

Na Mx1, o francês Christophe Pourcel ganhou, com o italiano David Philippaerts em segundo e o francês Gautier Paulin em terceiro.

As corridas estão sendo transmitidas ao vivo para mais de 100 países.  Por aqui, a Band Sport e o SporTV 2 transmitem.  às 15 horas começa a final da MX2 e às 16, a MX1.

O francês Christophe Pourcel que ganhou na MX1

 


Resultado da corrida classificatória do Honda GP Brasil de Motocross
Comentários COMENTE

Suzane Carvalho

Após a corrida de 20 minutos que determinou o grid de largada para a primeira bateria de amanhã, o italiano Antônio Cairoli  confirmou sua superioridade na MX1.

Entre os brasileiros, Balbi Jr. fez uma boa corrida e chegou na 18ª posição, em um total de 36 pilotos.

Já na MX2, quem ganhou foi Jeffrey Hearlings. Dos oito brasileiros que correram entre os 28, o melhor resultado foi de Hector Assunção que chegou em 17°.

Amanhã, serão duas baterias de cada categoria e  primeira terá largada às 12 horas. Band Sport e SporTV tansmitem.

O Honda GP Brasil de Motocross é a 5ª etapa do Campaeonato Mundial de Motocross organizado pela Federação Internacional de Motociclismo e está sendo realizado no parque Beto Carrero World em Penha, Santa Catarina.

Abaixo, o resultado da corrida classificatória, dos 10 primeiros e dos brasileiros, em cada categoria:

Resultado da MX1

PosNrRiderNat.BikeTimelapsDiff. FirstBestlaptimeSpeed

1

222

Cairoli, AntonioITAKTM

25:26.628

11

0:00.000

2:05.629

44.76

2

21

Paulin, GautierFRAKawasaki

25:35.314

11

0:08.686

2:05.863

44.677

3

25

Desalle, ClementBELSuzuki

25:41.897

11

0:15.269

2:06.425

44.479

4

777

Bobryshev, EvgenyRUSHonda

25:46.371

11

0:19.743

2:06.588

44.421

5

111

Ferris, DeanAUSKawasaki

26:00.679

11

0:34.051

2:06.840

44.333

6

19

Philippaerts, DavidITAYamaha

26:02.856

11

0:36.228

2:08.575

43.735

7

7

Barragan, JonathanESPHonda

26:04.506

11

0:37.878

2:08.275

43.837

8

9

de Dycker, KenBELKTM

26:06.209

11

0:39.581

2:05.812

44.695

9

121

Boog, XavierFRAKawasaki

26:08.401

11

0:41.773

2:08.664

43.705

10

999

Goncalves, RuiPORHonda

26:11.094

11

0:44.466

2:08.776

43.667

18

903

Balbi JR, Antonio JorgeBRAKawasaki

27:02.843

11

1:36.215

2:12.766

42.354

21

214

Silva, LeandroBRAHonda

27:40.234

11

2:13.606

2:15.166

41.602

22

221

Garcia, WellingtonBRAHonda

27:56.418

11

2:29.790

2:13.052

42.263

23

992

Ramos, Jean CarloBRAKawasaki

25:16.824

10

1 lap

2:14.636

41.766

25

38

Lima, MarcelloBRAKawasaki

25:45.361

10

1 lap

2:17.374

40.934

30

211

Smakowicz, LeonardoBRAKawasaki

27:52.929

10

1 lap

2:25.417

38.669

Resultado da MX2

PosNrRiderNat.BikeTimelapsDiff. FirstBestlaptimeSpeed

1

84

Herlings, JeffreyNEDKTM

25:04.788

11

0:00.000

2:02.340

45.964

2

100

Searle, TommyGBRKawasaki

25:30.583

11

0:25.795

2:02.914

45.749

3

89

van Horebeek, JeremyBELKTM

25:47.518

11

0:42.730

2:04.014

45.343

4

23

Charlier, ChristopheFRAYamaha

26:04.631

11

0:59.843

2:07.512

44.099

5

17

Butron, JoseESPKTM

26:10.701

11

1:05.913

2:07.447

44.122

6

45

Nicholls, JakeGBRKTM

26:27.991

11

1:23.203

2:09.903

43.288

7

152

Petrov, PetarBULSuzuki

26:34.280

11

1:29.492

2:09.703

43.354

8

173

Guillod, ValentinSUIKTM

26:40.615

11

1:35.827

2:11.975

42.608

9

6

Anstie, MaxGBRHonda

26:41.578

11

1:36.790

2:09.201

43.523

10

25

Coldenhoff, GlennNEDKTM

26:42.754

11

1:37.966

2:09.830

43.312

17

30

Assuncao , HectorBRAHonda

27:05.573

11

2:00.785

2:10.722

43.016

19

83

Amaral, AndersonBRAHonda

25:32.912

10

1 lap

2:16.169

41.296

20

127

Vilardi, ThalesBRAHonda

25:35.516

10

1 lap

2:17.587

40.87

21

238

Lima, EduardoBRAKawasaki

25:55.936

10

1 lap

2:14.512

41.804

22

212

Armstrong, EndrewsBRAHonda

25:57.158

10

1 lap

2:18.247

40.675

23

544

Müller, MarcalBRAKawasaki

25:58.589

10

1 lap

2:18.116

40.714

24

194

Lizott, LeonardoBRAHonda

26:32.983

10

1 lap

2:18.917

40.479

25

90

Henn, Gustavo HenriqueBRAKawasaki

26:52.890

10

1 lap

2:23.355

39.226

fonte: http://www.motocrossmx1.com

Para ver mais fotos, clique aqui.


Resultado da pré-classificação do Honda GP Brasil de Motocross
Comentários COMENTE

Suzane Carvalho

Leandro Silva, piloto da Honda, ficou com o 23° tempo

Resultado dos treinos pré-classificatórios da 5ª etapa do Campeonato Mundial de Motocross que está acontecendo neste final de semana na pista do parque Beto Carrero World, em Santa Catarina.

MX1

PosNrRiderNat.Fed.BikeBestlaptimein lapDiff. FirstDiff. Prev.Tot. LapsSpeed
1222Cairoli, AntonioITAFMIKTM2:01.576120:00.0000:00.0001346.253
2121Boog, XavierFRAFFMKawasaki2:01.82280:00.2460:00.2461046.159
325Desalle, ClementBELFMBSuzuki2:01.89650:00.3200:00.074946.131
49de Dycker, KenBELFMBKTM2:02.36060:00.7840:00.464645.956
521Paulin, GautierFRAFFMKawasaki2:02.70440:01.1280:00.344945.827
64Leok, TanelESTEMFSuzuki2:02.71940:01.1430:00.0151145.822
711Pourcel, SebastienFRAFFMKawasaki2:02.79240:01.2160:00.073845.795
8377Pourcel, ChristopheFRAFFMKawasaki2:03.14880:01.5720:00.356945.662
922Strijbos, KevinBELFMBKTM2:03.41560:01.8390:00.267945.563
107Barragan, JonathanESPRFMEHonda2:03.43780:01.8610:00.0221145.555
11999Goncalves, RuiPORFMPHonda2:03.47970:01.9030:00.0421045.54
1239Guarneri, DavideITAFMIKTM2:03.90260:02.3260:00.423945.384
13777Bobryshev, EvgenyRUSMFRHonda2:04.17770:02.6010:00.275745.284
1419Philippaerts, DavidITAFMIYamaha2:04.20260:02.6260:00.0251145.275
1591Karro, MatissLATLAMSFKTM2:05.18960:03.6130:00.987944.918
1624Simpson, ShaunGBRACUYamaha2:05.58650:04.0100:00.397844.776
17111Ferris, DeanAUSMAKawasaki2:06.79070:05.2140:01.2041044.351
18407Chatfield, AdamGBRCBMHonda2:08.33160:06.7550:01.541843.818
19903Balbi JR, Antonio JorgeBRACBMKawasaki2:08.370100:06.7940:00.0391043.805
20992Ramos, Jean CarloBRACBMKawasaki2:09.43570:07.8590:01.065743.444
2141Smith, AlfieGBRACUYamaha2:10.74230:09.1660:01.307943.01
22221Garcia, WellingtonBRACBMHonda2:11.01840:09.4420:00.276742.919
23214Silva, LeandroBRACBMHonda2:11.20270:09.6260:00.184942.859
2467Tiainen, SanttuFINSMLKawasaki2:11.49350:09.9170:00.2911142.764
2561Brakke, HerjanNEDKNMVYamaha2:12.12730:10.5510:00.634642.559
26523Correa, LuisARGCAMODKawasaki2:13.86640:12.2900:01.739842.006
27101Humberto, MartinVENFMVHonda2:14.20770:12.6310:00.341941.899
2869Garrido, AdrianESPCBMHonda2:14.23770:12.6610:00.030941.89
2938Lima, MarcelloBRACBMKawasaki2:14.40860:12.8320:00.171741.837
30211Smakowicz, LeonardoBRACBMKawasaki2:22.96750:21.3910:08.559639.332
3142Parker, NathanGBRACUKTM2:26.30430:24.7280:03.337338.435
32512Bujanda, JorgeMEXFMMYamaha2:27.130100:25.5540:00.8261138.219
33935Sebben, LeonardoARGCAMODKawasaki2:30.11420:28.5380:02.984437.46
34183Frossard, StevenFRAFFMYamaha2:33.61410:32.0380:03.500236.606
3527Navaro, SebastianARGCAMODKawasaki2:36.27770:34.7010:02.663835.982
3628Navaro, DarioARGCAMODKTM2:36.91820:35.3420:00.641735.835

 fonte: http://www.motocrossmx1.com

MX2

PosNrRiderNat.Fed.BikeTimelapsDiff. FirstDiff. Prev.Bestlaptimein lapSpeed
184Herlings, JeffreyNEDKNMVKTM25:04.788110:00.0000:00.0002:02.340245.964
2100Searle, TommyGBRACUKawasaki25:30.583110:25.7950:25.7952:02.914345.749
389van Horebeek, JeremyBELFMBKTM25:47.518110:42.7300:16.9352:04.014245.343
423Charlier, ChristopheFRAFFMYamaha26:04.631110:59.8430:17.1132:07.512344.099
517Butron, JoseESPRFMEKTM26:10.701111:05.9130:06.0702:07.447344.122
645Nicholls, JakeGBRACUKTM26:27.991111:23.2030:17.2902:09.903443.288
7152Petrov, PetarBULBMFSuzuki26:34.280111:29.4920:06.2892:09.703443.354
8173Guillod, ValentinSUIFMSKTM26:40.615111:35.8270:06.3352:11.975642.608
96Anstie, MaxGBRAMAHonda26:41.578111:36.7900:00.9632:09.201643.523
1025Coldenhoff, GlennNEDKNMVKTM26:42.754111:37.9660:01.1762:09.830643.312
11151Kullas, HarriFINSMLSuzuki26:43.834111:39.0460:01.0802:09.425643.448
12911Tixier, JordiFRAFFMKTM26:44.931111:40.1430:01.0972:09.947843.273
13249Larsen, NikolajDENDMUSuzuki26:46.667111:41.8790:01.7362:10.345643.141
1434Roelants, JoelBELFMBKawasaki26:47.782111:42.9940:01.1152:09.741543.342
15170Leib, MichaelUSAAMAYamaha26:49.326111:44.5380:01.5442:09.320643.483
1633Lieber, JulienBELFMBKTM26:49.871111:45.0830:00.5452:10.893742.96
1730Assuncao , HectorBRACBMHonda27:05.573112:00.7850:15.7022:10.722243.016
1877Lupino, AlessandroITAFMIHusqvarna27:07.601112:02.8130:02.0282:11.022342.918
1983Amaral, AndersonBRACBMHonda25:32.912101 lap1 lap2:16.169141.296
20127Vilardi, ThalesBRACBMHonda25:35.516101 lap0:02.6042:17.587740.87
21238Lima, EduardoBRACBMKawasaki25:55.936101 lap0:20.4202:14.512241.804
22212Armstrong, EndrewsBRACBMHonda25:57.158101 lap0:01.2222:18.247540.675
23544Müller, MarcalBRACBMKawasaki25:58.589101 lap0:01.4312:18.116340.714
24194Lizott, LeonardoBRACBMHonda26:32.983101 lap0:34.3942:18.917340.479
2590Henn, Gustavo HenriqueBRACBMKawasaki26:52.890101 lap0:19.9072:23.355339.226
26144Rolando, NicolasURUFUMKawasaki27:14.142101 lap0:21.2522:22.146339.559
2752Garro, Emiliano GastonARGCAMODKawasaki27:19.382101 lap0:05.2402:24.332338.96
28108Durbano, JeremiasARGCAMODKawasaki24:35.27974 laps3 laps2:23.262339.251
99922Ferrandis, DylanFRAFFMKawasaki25:10.813101 lap-3 laps2:08.599543.727

CLIQUE AQUI para ver mais fotos