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Conheça detalhes do Honda WR-V que será lançado em março
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Suzane Carvalho

Honda WR-V lançamento

Honda WR-V será lançado no mês que vem

Conforme mostrei no Salão do Automóvel de São Paulo, em novembro do ano passado, a Honda lançará em março, um novo carro: um SUV compacto com nome WR-V.
Curiosa, perguntei o que significam as três letras, pois eu só imaginava sobre o “V”.  A resposta veio, e agora para todos: Winsome Runabout Vehicle, que traduzo por um carro agradável para andar “por aí”.

Compacto, o utilitário esportivo  WR-V que é versátil e ágil, completará a família de SUVs da Honda, unindo-se aos CR-V e HR-V.
Produzido na fábrica da Honda em Sumaré, o WR-V será também exportado para outros países da América do Sul.

Honda WR-V lançamento

Honda WR-V lançamento

“O projeto foi desenvolvido pelo time de Pesquisa e Desenvolvimento da Honda Automóveis do Brasil e traz o DNA global da marca, que busca, em todos os seus veículos, colocar o ser humano no centro de seu desenvolvimento, com excelência em qualidade.  A Honda estudou importantes mercados brasileiros e encontrou as características que mais são buscadas pelos consumidores que possuem um estilo de vida ativo, coletando suas preferências em design, desempenho, espaço interno e custo-benefício.”

Como resultado desse trabalho, a Honda criou o conceito batizado de “Little Giant” (pequeno gigante), que é traduzido na forma de um SUV robusto, com uma carroceria compacta, mas que traz amplo espaço interno e versatilidade, aliado à um baixo consumo de combustível. Seu objetivo é atender a uma grande gama de consumidores que busca um automóvel prazeroso para a condução diária nas cidades, mas também confortável para viagens.

Honda WR-V lançamento

O WR-V é um importante marco na história da Honda Automóveis no Brasil, que em 2017 comemora 20 anos de fabricação no país. O veículo é o primeiro automóvel com desenvolvimento liderado pela área de P&D no país e será produzido na fábrica de Sumaré, interior de São Paulo, juntamente com Civic, HR-V, City e Fit.

Design robusto
O design externo destaca a robustez de um SUV com base no conceito “Wild Armor“, criado especificamente para esse modelo. Com frente elevada e grade frontal que evoca a linha de SUVs da Honda, com design expressivo dos faróis com luzes de uso diurno (DRL) em LED.

Honda WR-V lançamento

O design tem desenhos trapezoidais – uma assinatura de design do SUV – replicados em várias partes do utilitário-esportivo, como na grade inferior frontal, nas rodas, nas molduras dos para-lamas e em outros pontos-chave do modelo.

O design traseiro e sua lateral trazem traços mais horizontais e lanternas que se prolongam pela linha de cintura. Seu desenho tende a ser harmonioso em relação às proporções, com entre-eixos largo (2,55 m) , boa altura de rodagem (17,9 cm) e conjunto de roda/pneu com grande diâmetro (aro 16″). Ele é complementado pelo friso cromado na tampa traseira e pelo para-choque com molduras fortes.

Honda WR-V lançamento

Segundo os engenheiros e designers, o conjunto dinâmico do WR-V foi projetado para permitir altura do solo, vão livre e ângulos de ataque e saída compatíveis com a proposta de um SUV, sem comprometer o conforto e a agilidade de um modelo compacto.

SUSPENSÃO
Amortecedores com batente hidráulico e diâmetro de cilindro reforçado, barra estabilizadora robusta, projetada para minimizar a rolagem da carroceria, garantindo estabilidade mesmo com uma altura do solo mais elevada. As buchas frontais são mais robustas, bem como a travessa de suspensão, com enfoque no conforto de rodagem.

O eixo traseiro tem seu desenvolvimento baseado no HR-V e traz alta rigidez para o aumento do conforto e dirigibilidade. A caixa de direção EPS (Electric Power Steering), é eletricamente assistida, desenvolvida especificamente para o WR-V, permitindo um raio de manobra de apenas 5,3 metros.

Rodas e pneus, desenvolvidos especificamente para o WR-V, tem 16 polegadas e são feita por um composto de alumínio com liga diferenciada, que reduz o ruído de rodagem e pneus 195/60. Um pacote acústico, com isoladores instalados em diversos pontos do carro, colaboram para ampliar o silêncio a bordo.

Honda WR-V lançamento

INTERIOR
Em contraste com a carroceria compacta, o interior é amplo e modular, com acabamento e materiais diferenciados. Uma das grandes inovações da marca, o sistema de bancos ULTRA SEAT (Utility Long Tall Refresh) também está presente no WR-V, permitindo diversas configurações de assentos e a acomodação de objetos de grandes dimensões. O modo Refresh permite ainda assoalho plano, que amplia o espaço útil para bagagens.

Aliada à proposta dinâmica, o interior traz bancos envolventes com padronagens inéditas de revestimento, que diferem conforme a cor da carroceria, permitindo um estilo único ao SUV. São duas combinações de cores do revestimento navalhado – preto e prata ou preto e laranja – que conferem um visual dinâmico, moderno e diferenciado para o interior. O cuidado nos detalhes também pode ser visto no painel, com um friso horizontal que aumenta a sensação de amplitude do interior, e pelo quadro de instrumentos com computador de bordo multifunções Bluemeter, exclusivo da Honda.

Motorização eficiente
O WR-V virá equipado com o motor 1.5 i-VTEC FlexOne, com controle eletrônico variável de sincronização e abertura de válvulas. Criada pela Honda, a tecnologia i-VTEC varia o tempo e a profundidade de abertura das válvulas para obter a máxima eficiência em diferentes regimes de rotação.

Com isso, o WR-V traz desempenho e economia de combustível, que garantiu nota A na avaliação do Conpet na categoria “esporte utilitário compacto”, com agilidade similar a de veículos com maior cilindrada. Com etanol, gera 116 cv de potência a 6.000 rpm e 15,3 kgf.m de torque à 4.800 rpm – quando abastecido com gasolina, são 115 cv a 6.000 rpm e 15,2 kgf.m à 4.800 rpm.

A transmissão CVT possui conversor de torque, proporcionando uma resposta mais rápida e aceleração linear.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Honda

Veja a comparação dos números entre os três SUVs da Honda:

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Honda Goldwing #Recall
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Suzane Carvalho

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Honda convoca proprietários do modelo GL 1800 Gold Wing para substituição preventiva do sistema de airbag

A Moto Honda da Amazônia, pautada pelo seu princípio de respeito aos clientes, convoca os proprietários do modelo GL 1800 Gold Wing a seguir a comparecerem a uma das concessionárias Honda Dream, a partir de 01° de fevereiro de 2017, para a substituição preventiva gratuita do sistema de airbag.

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Em caso de colisão primordialmente frontal de intensidade moderada ou severa, situação em que o acionamento do sistema de airbag é esperado, poderá haver o rompimento da estrutura do insuflador e, eventualmente, ocasionar a projeção de fragmentos metálicos. Em situações extremas, o defeito pode causar, além de danos materiais, lesões graves ou até mesmo fatais aos ocupantes e/ou terceiros.

O procedimento será feito gratuitamente, conforme a data de início do atendimento. Para comodidade, antes de se dirigirem a uma concessionária Honda Dream, os clientes devem confirmar a necessidade de reparo no site www.honda.com.br/recallou na Central de Atendimento, pelo 0800-055-2221 (segunda a sexta-feira, das 09h às 17h – horário de Brasília). Os endereços das concessionárias Honda Dream em todo o Brasil podem ser consultados em www.honda.com.br/concessionarias.

 


Honda doa 20 motocicletas para contribuir com o Programa Marginal Segura
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Suzane Carvalho

Honda doa 20 motocicletas para o Programa marginal Livre

Honda doa 20 motocicletas  XRE 300 para o Programa Marginal Livre

O prefeito de São Paulo João Dória anunciou oficialmente hoje o Programa Marginal Segura, que teve doação de 20 motocicletas da Honda e de caminhonetes da Mitsubishi para contribuir com a fiscalização das marginais dos rios Pinheiro e Tietê, que voltarão a ter velocidades máximas de 90, 70, 60 e 50 km/h, dependendo do trecho.

Às 12 horas de amanhã, na Prefeitura Regional de Pinheiros, o Prefeito João Dória fará uma coletiva para detalhar o programa e oficializar o apoio da Honda a esse, que é um projeto educativo.

A coletiva contará com a presença do Diretor Institucional da fábrica, Sr. Paulo Takeuchi.

O programa tem meu total apoio, pois tenho certeza de que o que ocasiona os acidentes não é a velocidade de 90 km/h, mas sim a falta de educação, de caráter, e até de habilidade de motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres.  Ontem mesmo, quase fui derrubada por um veículo que “costurava” alucinadamente na Av. dos Bandeirantes.

Não somente empresas, mas todos nós, cidadãos que vivemos na cidade de São Paulo, devemos, de alguma forma, dedicar parte de nosso tempo à melhoria da convivência em comunidade.  pelo nosso próprio bem.

Estou começando a gostar mais de São Paulo.


Africa Twin, a nova big trail da Honda, já está sendo entregue
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Suzane Carvalho

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Ela demorou para chegar, mas chegou brasileira. Finalmente andei na Africa Twin! Para quem estava bastante ansioso para testá-la, como eu, dois anos de espera foi muito tempo. Para a Honda, o tempo certo e ideal para  adequar a fábrica de Manaus, treinar pessoal, além, claro, de “nacionalizar” a moto para se adequar ao nosso combustível e ao PROMOT 4.4.2, lei de emissão de poluentes para os veículos de duas rodas. Por isso esse tempo entre o momento em que foi apresentada no Salão de Milão, o EICMA, em outubro de 2014 até o seu lançamento oficial no Brasil.

Após ler a matéria, não deixe também de assistir aos vídeos e ler a história da Africa Twin.

suzane_teste_honda_africa-twin_nov_2016_AAA_0141cTestei-a na região de Campos do Jordão, SP. Andei por serras bonitas com curvas tanto de alta velocidade quanto de muito baixa velocidade, no asfalto, em um total de 80 km. Na terra, percorri apenas outros 30 quilômetros e no plano, pois estava chovendo. Saímos em direção a Monteiro Lobato pela “Serra antiga de Campos”, depois seguimos até São Bento do Sapucaí e de lá voltamos para Campos do Jordão por uma serra que passa por Campista, SP-383, e indico a todo motociclista. Muito bonita mesmo e de baixa velocidade. Boa para passear e para praticar com sua moto.

A Africa Twin é a primeira moto “flagship” da Honda fabricada no Brasil, que é o único país fora do Japão que a produz. Isso quer dizer “moto topo de linha”. Até então, somente as Goldwing, VFRs e Fireblade, todas importadas, foram vendidas por aqui.

Ela é mais no estilo “magrela”, pois foi projetada visando ser utilizada mesmo no off-road. O aro 21 na frente confirma esta tendência. Vem com pneus para uso misto, de medida 90/90/21” na frente e 150/70/18” na traseira, e com o conceito “Go Anywhere”, mas nada impede que você os troque. As rodas raiadas reforçadas , que vêm na cor dourada, combinando com as bengalas, e a utilização de câmaras confirmam a vocação para terra e pedras. E por isso a nomenclatura CRF 1000L mesma sigla que todas as motos off-roads da Honda: CRF 450, CRF 230, e por aí vai… O que quer dizer “CRL”? Não tive uma resposta oficial da Honda, mas encontrei diversas versões na internet, como você pode encontrar.

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O meu guia neste test ride foi ninguém menos que o Jean Azevedo, multi campeão de rally, sobre duas rodas
e com experiência em 15 “Dakars”.

O ABS da Africa Twin pode ser desligado somente na roda traseira e com a moto parada. Mas é fácil: é só apertar o botão que fica à direita do painel. Os freios são compostos por dois discos flutuantes de 310 mm e duas pinças radiais com 4 pistões, cada, na dianteira. Na traseira, disco único com 256 mm.AAA_0050b_1000

O controle de tração, chamado de HSTC – Honda Selectable Traction Control, pode ser regulado em 3 níveis com a moto em movimento e também ser desligado totalmente. O botão fica no lugar onde costumamos ter o lampejador do farol alto (o lampejador fica no próprio botão do farol). O Jean Azevedo recomendou que utilizasse na posição “1” (menos controle) quando entrássemos na terra, pois se colocar no “3” (maior controle) e tiver que utilizar potência para subir uma ladeira, ela pode não entender se por acaso escorregar em uma pedra, pois o controle diminui temporariamente a potência da moto para o caso de chuva ou terreno muito escorregadio, como lama. Até aconteceu comigo durante o teste: eu achei que o motor estava falhando, mas eu havia desligado o motor pra esperar os colegas e quando religuei, ela voltou para o nível 3. Eu, na verdade, só ligo o controle de tração para testá-los nas motos, mas para andar mesmo, sempre deixo desligado. Acho que o piloto deve ter a sensibilidade para entender quanto e como acelerar; mas infelizmente não são todos que têm sensibilidade para tal e é por isso que as fábricas, tanto de motos quanto de carros, desenvolveram esta tecnologia.

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Assim que estava saindo do hotel já senti o quão leve é a moto para fazer curvas de baixa velocidade. Basta pequeno toque no guidão e um joguinho de cintura para que faça os contornos mais fechados. É só você pensar em fazer a curva e sem nenhum esforço, ela já está indo na direção que você quer.

A suspensão traseira é do tipo pró-link, com ajuste de pré-carga da mola, que é fácil de ser mexido, e o amortecedor, que é único, da Showa tem 220 mm de curso. Já a suspensão dianteira, é possível ajustar com chave de fenda (eu ando com uma na pochete) a compressão e o retorno dos amortecedores Showa que têm 230 mm de curso assim como a pré-carga da mola. O garfo telescópico é invertido e tem 45 mm de diâmetro.
A altura mínima
do solo é de 25 cm.

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O motor é em dois cilindros paralelos com ignição a 270° somando exatos 999,1 cc. É SOHC, (Over Head Camshaft), UNICAM, ou seja, com comando único, que tem ressaltos para as válvulas de admissão e outros ressaltos que acionam os balancins roletados para as válvulas de escape. O objetivo é deixar o motor mais leve e tirar peso das extremidades.
Para tirar vibração, tem um sistema triplo de balanceiros com dois contra-pesos na árvore de comando para cada pistão. E outros dois no eixo superior.

São duas velas de ignição por cilindro. sendo duas delas, próximas às válvulas de escape para ajudar na redução de emissão de poluentes.
Ela tem o Cânister, que é um sistema de recuperação dos gases do combustível que são reaproveitados e com isso não são jogados na atmosfera. Funciona até mesmo com a moto parada: o combustível que evapora é captado e condicionado em um filtro de carvão ativo que, quando a moto é ligada, puxa o ar externo; e essa mistura é jogada de volta para o motor.

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O cárter é seco, o que também ajudou na compactação do motor, e o arrefecimento é líquido, realizado através de dois radiadores.
A potência máxima é de 90,2 cv a 7.500 rpm e o torque, 9,3 kgf.m a 6.000 rpm. Corta por volta dos 9.000 rpm.
A relação diâmetro x curso do pistão é de 92 x 75,1 mm. Curso menor significa que sobe de giro rápido, pois a biela tem menos caminho a percorrer.
A relação de compressão é de 10:1 e a embreagem é deslizante.

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A aceleração dela é bastante rápida. Não deu para fazer um “de 0 a 100”, mas o torque é sentido logo que aceleramos. O número pode não parecer tão grande, mas junte a ele a relação de marcha curta, com transmissão final por corrente e a relação peso/potência da moto, que você terá excelente resultado.
Entrega de potência gradativa é uma das características das motos da Honda. É bem assim: quanto mais você pede, mais ela te dá. Se você pedir muito e de uma vez ela te dará. Mas se você quiser passear devagarinho por ruas de paralelepípedo ou na beira da praia,
não terá problemas para controlar a potência e será muito tranquilo fazê-lo.
O peso dela, vazia, é de 212 quilos.

AFRICA TWIN_63O chassi é em aço e do tipo berço semiduplo, em que o bloco do motor não faz parte da estrutura, para que não absorva impactos, no caso de uso extremo no off-road.

O painel é grande e bipartido. Fica praticamente na vertical e te dá informações como consumo instantâneo, consumo médio do trecho percorrido, velocidade média, dois odômetros parciais e cronômetro na parte de baixo. Conta-giros e velocímetro, mais o nível do combustível, ficam na parte de cima. Nas laterais, as luzes espia.

O tanque de combustível tem um desenho que vai até a parte baixa banco, centrando o peso geral da moto. Segundo o computador, o consumo médio do meu teste ficou em 16,1 km/l. O tanque tem capacidade para 18,8 litros sendo 3,6 da reserva. Aliás, as reservas normalmente dão autonomia para aproximadamente 50 km. Mas atenção: não tome isso como verdade absoluta, pois a qualidade do combustível e a maneira como você acelera, adicionadas à precisão do computador da moto, serão de fundalmental importância para que você atinja este número. Fazendo as contas, chegamos a um número de 302,68 quilômetros de autonomia.

AFRICA TWIN_157As luzes são todas em LED e os piscas ficam acesos todo o tempo, como luzes de posição (ou lanterna) juntamente com o farol baixo. Quando os ligamos para um dos lados, eles ficam mais fortes e, logicamente, piscando. Todo o conjunto chama bastante atenção, o que é super importante para estradas ou mesmo cidades.

O banco tem regulagem para duas posições: 85 ou 87 cm do chão e é fácil mudar, com a mesma chave da ignição. No vídeo eu mostro como.

Para abrir os maleiros também se usa a mesma chave. Para quem os utiliza em viagens, achei bem fácil e prático. Normalmente acho que as malas, tanto as laterais quanto o baú traseiro, atrapalham a aerodinâmica em curvas de alta e também em situações onde há muito vento lateral, mesmo em retas longas. Mas não senti esse incômodo durante o teste, mesmo alcançando uma velocidade máxima de 161 km/h, pois o vão entre a moto e as malas laterais é mínimo e não chega a formar um túnel de vento.

Teste Review  da Honda Africa Twin 2017

Teste Review da Honda Africa Twin 2017

Os protetores de mão e o protetor de cárter são de série.

Cores: a branca com as linhas em azul e vermelho e a vermelha com as linhas em branco e preto.

Acessórios:
Protetor do tanque: R$ 3.350,00
Top Box com encosto dorsal para o garupa: R$ 2.990,00
Malas laterais: 4.800,00
Parabrisa alto: R$ 990,00
Cavalete central: R$ 1.430,00

Preço:
R$ 64.990 a versão se
m as malas e com parabrisas menor. A que vem com os acessórios e mais a tomada 12 volts, chamada de “TE” – Travel Edition, R$ 74.990 o preço sugerido, base São Paulo, sem frete nem seguro.
A Honda oferece ainda 3 anos de garantia sem limite de quilometragem e o Honda Assistance 24 Horas, um serviço de emergência em que você pode ligar a qualquer hora, de qualquer lugar do Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai e Chile.

Links para o vídeo com meu teste completo e outro para um clipping do teste:



Honda XRE 2017 ganha novas cores e grafismo
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Suzane Carvalho

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Projetada para quem necessita de um meio de locomoção para o dia a dia nas cidades e para aqueles que desejam se aventurar pelo on-off ou estradas aos finais de semana, o modelo 2017 da XRE tem duas versões: Standard e a com freios C-ABS (Combined ABS).
A versão com C-ABS vem com a pintura tricolor: azul, vermelho e branco, do Team HRC (Honda Racing Corporation, equipe de competições oficial da Honda) para reforçar o lado “Adventure” da XRE 300.
A versão Standard tem nas cores preta ou verde perolizadas, com a carenagem prata na lateral dianteira, combinando com a balança em alumínio.
Nas três cores as pinças de freio vêm na cor dourada.

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A XRE 300 é a única da categoria que vem com o sistem de freios C-ABS (Combined ABS), criado e desenvolvido pela Honda. Ele reúne os benefícios do ABS (Anti-Lock Brake System), evita o travamento das rodas em frenagem bruscas, facilitando o controle da moto em situações de emergência, e do CBS (Combined Brake System), que distribui a força de frenagem entre as rodas,  evitando o mergulho da suspensão dianteira e perda de aderência e/ou travamento do pneu traseiro.

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O motor é monocilíndrico, quatro tempos, DOHC (Double Over Head Camshaft – duplo comando de válvulas no cabeçote) com 291,6 cm³, alimentado por injeção eletrônica PGMFi.
É Flex, e quando alimentado com etanol, desenvolve até 25,6 cv de potência a 7.500 rpm e torque de 2,80 kgf.m a 6.000 rpm. Com gasolina, perde só 0,2 cv e 0,04 kgf,m.
A refrigeração é a ar.
O câmbio é de 5 velocidades e a transmissão final por corrente.

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O chassi é do tipo berço semiduplo (o mesmo da Africa Twin), que oferece comportamento estável em qualquer tipo de terreno. A suspensão dianteira é  com garfo telescópico com 245 mm de curso, e a traseira, do tipo Pró-link monoamortecida, com curso de 225 mm. A balança é de alumínio.

Os aros também são de alumínio cromatizados em preto que contribuem para uma pilotagem mais leve. Vem calçada com pneus para uso de misto na configuração 10/90 – 21M/C (dianteiro) e 120/80 – 18M/C (traseiro).

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O painel de instrumentos é do tipo Blackout que, além de oferecer ótima visualização, traz informações como: velocidade, medidor e consumo de combustível, tacômetro (conta-giros), hodômetro total e parcial, além da luzes espias e lampejedor do farol.

O tanque de combustível tem capacidade de 13,8 litros com reserva de 3,9.
A tampa do combustível é articulada, mais prática e esportiva.

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Fabricada em Manaus (AM), a linha 2017 da XRE 300 estará disponível em toda rede de concessionários Honda a partir de fevereiro. Na versão Standard tem preço público sugerido de R$ 16.190,00 e a Rally, com C-ABS, R$ 17.990,00.
Os valores têm como base o Estado de São Paulo, sem despesas com frete ou seguro.
A garantia é de três anos sem limite de quilometragem, com fornecimento gratuito de óleo em sete revisões.

Assista à viagem que fiz com uma XRE 300, saindo de Porto Velho, em Rondônia, e indo até la Paz, na Bolívia, pela Estrada da Morte:


Mercado de total de Motocicletas em 2016 foi de 3.700.000
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Suzane Carvalho

Coletiva Abraciclo Dez 2016

Mercado total de motocicletas no Brasil

A queda do mercado total de motocicletas de 2015 para 2016 foi de 9,36%. Entre novas e usadas, cerca de 3 milhões e 700 mil motocicletas foram comercializadas durante o ano de 2016. O grande problema foi a queda no mercado de motos novas, que caiu 28,5% e fez com que as montadoras tivessem que se adequar aos números, diminuindo a linha de produção, renegociando com formecedores, fechando concessionárias e, consequentemente, dispensando colaboradores.
A projeção da variação do mercado em relação a 2015, ficou assim:
Produção: – 29,5%
Vendas no Atacado: – 27,7%
Vendas no Varejo: – 26,5%
Exportação: -19%
Usadas: -2,01%

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Linha de produção da Honda

Até as vendas por consórcios tiveram queda de 24,6%.  E o pior: a previsão é de que os números continuem caindo no próximo ano.  Sendo otimista, a ABRACICLO – Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares, prevê queda de 4% em 2017.

Coletiva Abraciclo Dez 2016

Mercado de Scooter cresceu em relação a 2015. Clique na imagem para ampliá-la.

O mercado de scooters, que vinha crescendo e atingiu seu pico em 2014, teve crescimento em relação ao ano passado, ano em que teve decréscimo, com um total de 38.006 novas unidades vendidas.

Já a produção total de motocicletas, caiu aos níveis de 2002

Lembro que a frota atual do Brasil é de mais de 25 milhões de motocicletas rodando nas ruas.

Coletiva Abraciclo Dez 2016

Marcos Fermanian

“Nossos produtos têm qualidade e durabilidade maior que os concorrentes asiáticos, mas são mais caros. Para continuar crescendo, inclusive no mercado externo, precisamos buscar junto ao governo condições para aumentarmos nossa competitividade com preços condizentes com o poder aquisitivo do Brasil e da América do Sul”, declarou o presidente da entidade, Marcos Fermanian.

A projeção para 2017 foi feita baseada no conhecimento do mercado pelas próprias montadoras, sem pensar em planos do governo “Olhamos para nós mesmos, porque não dá para prever o que vai acontecer com o país”, completou Fermanian.

O “otimismo” dá-se por conta de novos modelos que serão lançados e também pela movimentação que o Salão Duas Rodas causa nos motociclistas.

“A motocicleta é importante para a sociedade brasileira porque a transformou, e isso é definitivo”, afirmou Roberto Akiyama, diretor da Abraciclo.

Coletiva Abraciclo Dez 2016

Coletiva Abraciclo Dez 2016


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Africa Twin, da Honda, já está à venda!
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Suzane Carvalho

 

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Ela demorou, mas chegou brasileira.
A partir da segunda semana de dezembro começa a chegar nas lojas, esta que é a primeira moto “Flagship” da Honda, montada em Manaus.  Mas já pode ser reservada.

São duas versões: ABS e ABSTE, que quer dizer “Travel Edition”,  que vem com as malas, para-brisas maior, tomada 12 volts.
São duas cores: a branca com detalhes em vermelho e azul, e a vermelha com os detalhes em branco e preto.

No mais, as duas são iguais: 3 níveis de controle de torque (HSTC – Honda Selectable Torque Control), 4 níveis de controle de tração, embreagem deslizante.

suzane_noticia_honda_africa-twin_016O motor com 999,1 cc bicilíndrico paralelo com virabrequim a 270° e 8 válvulas, despeja 90,2 cv de potência máxima a 7.500 rpm e 9,3 kgf.m de torque máximo, a 6.000 rpm.
Tem duas velas por cilindro, ignição de comando duplo e sequencial, e injeção PGM-FI.  A compressão é de 10:1 e a relação diâmetro x curso do pistão é de 92,0 X 75,1 mm. Exige bastante óleo: 4,9 litros.

Inspirada na CRF 450R Rally, tem chassi do tipo berço semi-duplo em aço, em que o motor não é parte integrante dele.  É leve: vazia, pesa 212 quilos.
A suspensão dianteira tem garfo invertido em alumínio com 230 mm de curso e ajustes de compressão, retorno e precarga da mola.
A traseira, pro-link com amortecedor Showa, com curso de 220 mm e ajuste de pre-carga da mola.
Rodas de alumínio com aro 21″na frente e 18″atrás.

suzane_noticia_honda_africa-twin_017O freio dianteiro tem disco duplo de 310 mm e pinças radiais de quatro pistões. O traseiro, disco é simples de 256 mm.  O ABS pode ser desligado somente na roda traseira.

O tanque com capacidade para 18,8 litros.

O banco tem altura regulável para 85 ou 87 cm do chão com altura mínima do solo de 25 cm.

A Honda pretende vender em todo o território nacional, 1.200 unides da Africa Twin nos próximos 12 meses.

Preço? R$ 64.900 e 74.900 a Travel Edition. Lembro que ela tem 3 anos de garantia e o Honda Assistance 24 horas, válido durante o período da garantia e na Argentina, Chile, Uruguai e Paraguai, além do Brasil.  O seguro, em parceria com a Allianz, sai por R$ 2.275,00.

Semana que vem publicarei o teste com ela, em vídeo.

Enquanto isso, veja abaixo uma galeria:


“CG” da Honda completa 40 anos na linha de produção com 11 milhões vendidas
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Suzane Carvalho

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Sinto-me privilegiada por ter tido a oportunidade de pilotar os dois modelos

A comemoração é pelos 40 anos de fabricação de um veículo. Além de tanto tempo no mercado com o mesmo nome e objetivo, a Honda CG (City Ground) é também o veículo mais vendido do país.  Com um número de 11.044.283 unidades vendidas até a semana passada, deixou longe veículos que também fizeram história como os Volkswagen Fusca, que vendeu 3 milhões, e a Kombi, que vendeu 2,6 milhões..

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Coincidentemente, completo também eu, 40 anos de motociclismo, pois comecei a andar de moto em 1976, justamente quando do lançamento da CG brasileira, que está na foto.

Como comemoração a esta marca histórica, a Honda realizou a Expedição CG 40 anos – Quilômetros de Histórias, em que dois grupos percorreram mais de de 6.000 km por dois diferentes roteiros, um pelo centro-oeste e outro pelo nordeste, com a edição comemorativa da CG.

Abaixo, você pode acompanhar toda a história da Honda CG, tanto em vídeo como em fotos. =)

 

1976 - A primeira CG já veio com motor 4 tempos, 125 cc com 11 cv

1976 – A primeira CG já veio com motor 4 tempos, 125 cc com 11 cv.

 

1978 - Veio como "Ecco" por ter motor que emitia menor índice de emissão de poluentes, ante os motores 2 tempos

1978 – Ainda com o mesmo motor, veio como “Ecco” por ter motor que emitia menor índice de emissão de poluentes, ante os motores 2 tempos.

 

1981 - Primeira moto do mundo movida a etanol. Passou a vir com o câmbio de 5 marchas.

1981 – Primeira moto do mundo movida a etanol. O motor passou a ser de 124 cc com 10,5 cv.

 

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1983 – Motor de 124 cc e 11,5 cv. Foi incluída a 5ª marcha além de começar a ter mudanças mais significativas no visual, como guidão mais alto, balança traseira mais longa, pneus maiores e tanque de 12 litros.

 

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1989 – Motor 124 cc com 12,5 cv. O chassi sofreu 74 alterações e o motor, outras 70. Veio com o CDI (Capacitor Discharge Ignition)

 

1989 -  Foi lançada a Cargo, voltada para uso comercial, com banco único, bagageiro cromado e reforçado.

1989 – Foi lançada a Cargo, voltada para uso comercial, com banco único, bagageiro cromado e reforçado.

 

1994 - A CG 125 Today passa por alterações e passa a se chamar TITAN. Tanque de combustível aumenta para 13 litros.
1994 – A CG 125 Today passa por alterações e passa a se chamar TITAN.
Tanque de combustível aumenta para 13 litros.

 

1995 - Modelo exportação vinha com capa integral para corrente, farol e piscas redondos. Foi exportada para França, Inglaterra e Portugal. O motor continuou o de 124 cc com 12,5 cv.

1995 – Modelo exportação vinha com capa integral para corrente, farol e piscas redondos. Foi exportada para França, Inglaterra e Portugal.
O motor continuou o de 124 cc com 12,5 cv.

 

2003 - Edição comemorativa de 5 milhões de unidades vendidas nos 17 anos de produção veio dourada.

2003 – Edição comemorativa de 5 milhões de unidades vendidas nos 17 anos de produção veio dourada.

 

2004 - Recebeu motor de 149 cc com 14,2 cv com balancins roletados com acionamento das válvulas e sistema balanceiro junto ao virabrequim, OHC. Também recebeu novo design e proteção contra roubo Shutter-key.

2004 – Recebeu motor de 149 cc com 14,2 cv com balancins roletados com acionamento das válvulas e sistema balanceiro junto ao virabrequim, OHC.
Também recebeu novo design e proteção contra roubo Shutter-key.

 

2005 - O mercado começou a exigir alterações mais constantes.  O motor de 149 cc passou a ter 15,3 cv, carburador a vácuo, comando de válvulas mais esportivo, assim como o escapamento. Ganhou rodas de liga leve, pneus esportivos,  guidão mais baixo e pedaleiras mais recuadas, conta-giros

2005 – O mercado começou a exigir alterações mais constantes.
O motor de 149 cc passou a ter 15,3 cv, carburador a vácuo, comando de válvulas mais esportivo, assim como o escapamento.
Ganhou rodas de liga leve, pneus esportivos, guidão mais baixo e pedaleiras mais recuadas e conta-giros.

 

Edição especial comemorativa dos 35 anos da Honda no Brasil. Entra em vigor o PROMOT 1 e com isso o motor perde 1,1 cv, caindo para 14,2.

Edição especial comemorativa dos 35 anos da Honda no Brasil.
Entra em vigor o PROMOT 1 e com isso o motor perde 1,1 cv, caindo para 14,2.

 

2006 - É relançado o motor 124 cc com 12,5 cv como segunda versão que passou a se chamar FAN.  Veio com a "válvula Pair" que posicionada próxima a válvula de escapamento, injeta oxigênio para a diminuição da imessão de gases poluentes.

2006 – É relançado o motor 124 cc com 12,5 cv como segunda versão que passou a se chamar FAN.
Veio com a “válvula Pair” que posicionada próxima a válvula de escapamento, injeta oxigênio para a diminuição da emissão de gases poluentes.

 

2009 - Mantendo o mesmo motor, ganhou sistema de injeção eletrônica de combustível PGM-FI, o que ajudou a melhorar o consumo e a emissão de gases poluentes.

2009 – Mantendo o mesmo motor, ganhou sistema de injeção eletrônica de combustível PGM-FI, o que ajudou a melhorar o consumo e a emissão de gases poluentes.

 

2010 - Com o nome de Titan Mix, veio com o sistema Mix Fuel Injection passando a ceitar também o etanol (álcool) como combustível ou qualquer mistura dele com gasolina.  Foi a primeira motocicleta Flex no mundo.

2010 – Com o nome de Titan Mix, veio com o sistema Mix Fuel Injection passando a aceitar também o etanol (álcool, na época) como combustível ou qualquer mistura dele com gasolina.
Foi a primeira motocicleta Flex no mundo.

 

2011 - A versão Titan passou a vir com freio a disco na roda dianteira.

2011 – A versão Titan passou a vir com freio a disco na roda dianteira.

 

2012 - Ganhou rodas esportivas

2012 – Ganhou rodas esportivas

 

 

2014 - Nova geração com novos design, chassi, painel e rodas de liga leve. Ganhou o nome FlexOne (alinhando com o nome do sistema dado aos carros da Honda) e teve edição comemorativa aos 3 milhões de motos Flex vendidas.

2014 – Nova geração com novos design, chassi, painel e rodas de liga leve. Ganhou carenagem junto ao tanque e o nome FlexOne para seu sistema bicombustível, alinhando com o nome dado aos carros da marca e teve edição comemorativa aos 3 milhões de motos Flex vendidas. Ganhou ainda 3 anos de garantia e as primeiras 7 trocas de óleo gratuitas.

 

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2014 – CG Brasil, comemorativa a Copa do Mundo de Futebol realizada no Brasil.

 

2015 - Ganhou o CBS - Combined brake System, ou seja, sistema de freios combinados que foi chamado de Combi Brake. Ganhou ainda

2015 – Ganhou o CBS – Combined Brake System, ou seja, sistema de freios combinados que foi chamado de Combi Brake.

 

Painel

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2016 – A 9ª geração ganhou novo motor de 162,7 cc com 15,1 cv. A versão Titan ganhou também pneu traseiro mais largo e mais baixo e novas rodas. Painel digital com conta-giros, tampa do tanque embutida, alça do garupa em alumínio além de novos escapamento e carenagens foram ourteras modificações.

 

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2016 – Edição comemorativa aos 40 anos de produção do modelo veio com as cores da equipe de competição oficial da Honda, a HRC, e já no modelo 2017.

 

2017 - Novas cores e grafismo.

2017 – Novas cores e grafismos.

 


Carros de rua já passam dos 600 cv! Prévia do Salão do Automóvel 2016
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Suzane Carvalho

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A FORD trará seu superesportivo GT que tem tem, entre outras coisas, carroceria e rodas de fibra de carbono, aerodinâmica ativa, motor V6 EcoBoost com mais de 600 cv, suspensão ajustável e freios de carbono-cerâmica, concorrendo com o R8 V10 Plus da Audi

Pela primeira vez o Salão Internacional de São Paulo será realizado no São Paulo Expo, que fica localizado no início da Rodovia dos Imigrantes. Os visitantes terão 11 dias para conhecer as novidades da indústria automobilística.
O local é totalmente climatizado e fica a apenas 7 km do aeroporto de Congonhas e tem estacionamento bem amplo, para 4.500 carros. Já a estrutura hoteleira, fica mesmo próxima ao aeroporto ou para o lado do Ibirapuera.

30 montadoras presentes no Brasil exibirão mais de 540 veículos, sendo 150 lançamentos, expostos em 90.000 m². Alguns estarão no “Espaço dos Sonhos”, que será restrito para sonhadores com capacidade de tornar seus sonhos, realidade. Na área externa um espaço de 20.000 m² para testes drives.
Algunas montadoras de motocicletas também mostrarão e até farão lançamentos, como é o caso de Honda, BMW e Ducati.
Além, claro, de produtos relacionados à cadeia automotiva, como acessórios, revistas, roupas, seguros, financeiras, etc e tal…
Como se fosse pouco, estão programadas mais de 100 horas de entretenimento, sem contar os shows extras que as montadoras fazem em seus estandes.
Eventos paralelos ocorrerão, como Forum de Tecnologia, Encontro de Conhecimento Técnico da Associação dos Engenheiros Automotivos, Congresso de Gestão de Frotas, festas de entregas de prêmios e exposições.

Veja alguns dos destaques de algumas montadoras:

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MASERATI MOSTRARÁ O LEVANTE, PRIMEIRO SUV DA MARCA O novo modelo completa o portfolio atual de sedans super-luxo e esportivos, composto pelos modelos Quattroporte, Ghibli, GranTurismo e GranCabrio. Construído na fábrica de Mirafiori em Turin, Itália, sua comercialização no Brasil será realizada pelo Grupo Via Italia, dealer exclusivo da Maserati no país.

 

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HONDA: a primeira aparição mundial do XR-V e também seu próximo lançamento de duas rodas, a Africa Twin.

 

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A LAND ROVER construirá na parte externa, uma exclusiva pista de testes com 2.400 m2 e estruturas que simulam variados obstáculos fora de estrada. Os visitantes poderão se cadastrar gratuitamente na recepção da pista.

 

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PORSCHE – Em sua primeira participação como subsidiária no Brasil, a marca alemã mostrará os 718 Boxster, Macan GTS, 911 Carrera Turbo S, 718 Cayman e o mais recente membro da família, o novo Porsche Panamera Turbo (foto), além de apaixonantes veículos de competição como o 919 Hybrid, campeão 2015 do FIA WEC.

 

Encounter – The Audi Technology Magazine 2/2015

Em um estande de 1.800 m2, a AUDI mostrará o superesportivo R8 Coupé V10 Plus que tem motor 5.2 litros com 610 cavalos de potência! RS6 Avant , RS7 Sportback, ambos com motor V8, 4 litros e 605 cavalos também estarão lá, além do S5 coupé e o luxuoso S8 Plus. Mas o que deverá chamar mais atenção, é o Lunar Quattro, veículo desenvolvido para andar na Lua! Sim, ele já participará de uma expedição à Lua em 2017.

Clique aqui para assistir a um vídeo da prévia da Audi.

Mondial de l´Automobile 2016 in Paris, Volkswagen Pressekonferenz am 29. September 2016

O conceito elétrico I.D. da Volkswagen chegará ao público em 3 anos e terá versão com modo de condução totalmente automatizado. Na área externa, Mostra Vintage com 50 modelos que fazem sua história.

 

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Lifan mostrará o futuro SUV grande X80, e o campeão de vendas entre os chineses, o X60, que ganha câmbio CVT (foto).

 

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Já a coreana KIA, mostrará o novo Niro, o Cadenza GDI e o Optima GT.

 

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BMW

 

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Exposição de Romi Isettas, o primeiro carro brasileiro, fabricado há 60 anos, com porta frontal.

 

 

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Na parte de acessórios, a PIONEER lançará um aplicativo achamado Pioneer ARC para as linhas de CD Players e Media Receivers. Entre suas funcionalidades, estão a de controlar algumas funções do aparelho de som, e até mesmo ajustar o áudio usando o smartphone com uma interface intuitiva. Com o aplicativo também é possível através do celular, trocar de rádio para CD player, trocar de auxiliar para Bluetooth, alterar o volume do som, utilizar aplicativos compatíveis, e muito mais. Também é possível alterar a cor do aplicativo para combinar com as cores do aparelho de som ou com a iluminação do carro.

 


Salão Internacional do Automóvel 2016 – Informações
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Suzane Carvalho

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No Salão 2016, mais de 540 veículos serão expostos em uma área de 90.000 m2. Destes, mais de 150 serão lançamentos.  E o melhor: agora com ar-condicionado.  Sim, se você está acostumado a pegar o caminho para o Anhembi, fique ligado no novo endereço: São Paulo Expo, no início da Rodovia dos Imigrantes.

Como se os mais de 500 veículos fossem pouco para entreter os visitantes, haverá também uma área externa com 20 mil m2 onde ocorrerão os testes drives, e mais de 100 horas de entretenimento.  N estacionamento tem espaço para 4.500 carros.

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Serão 30 marcas de carros: Audi, BMW, Chery, Chevrolet, Chrysler, Citroën, Dodge, Fiat, Ford, Honda, Hyundai, Jaguar, Jeep,Kia, Land Rover, Lexus, Lifan, Mercedes-Benz, MINI, Mitsubishi, Nissan, Peugeot, Porsche, RAM, Renault, Subaru, Suzuki, Toyota, Troller, Volkswagen.

Programe-se!

QUANDO: de 10 a 20 de novembro

ONDE: São Paulo Expo – Rodovia dos Imigrantes km 1,5 – Água Funda, São Paulo

HORÁRIOS:
10/11 – 14:00 às 22:00 hs (entrada até às 21h)
11/11 a 19/11 – 13:00 às 22:00 hs (entrada até às 21h)
20/11 – 11:00 às 19:00 hs (entrada até às 17h)

PREÇOS:
Primeiro dia, 10/11 – R$ 40
Outros dias da semana – R$ 70
Sábado, domingo, feriados e segunda-feira 14/11 – R$ 95
Último domingo, 20/11 – R$ 70
Meia entrada para estudantes

Mas tem um monte de promoções:  baixe o aplicativo para seu smartphone com sistema Android ou IOS e compre seu ingresso através do site ou da Fanpage do Facebook que você ganhará desconto.

Maiores informações por telefone: + 55 11 3060-4717
Maiores informações por e-mail: atendimento@reedalcantara.com.br

No último Salão, em 2014, foram mais de 750 mil visitantes. O deste ano tem tudo para bater este número.

Veja no próximo post as novidades que cada fábrica apresentará.