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Categoria : CARROS

Fiat lança novo carro urbano, o Mobi
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Suzane Carvalho

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São 6 modelos que pesam abaixo de 1.000 kg, passam dos 150 km/h e tem tanque de combustível com capacidade para 47 litros.

Com quatro portas, motor Fire Evo Flex 1.0 e câmbio manual de cinco marchas, é um carro urbano e oferecido em seis versões: Easy, Easy On, Like, Like On, Way e Way On, além de ter grande quantidade de acessórios.

Preço: partindo de R$ 31.900 a versão mais básica, sem ar-condicionado e rodas aro 13, a versão mais completa chega por R$ 42.300. Os modelos “Way”, com suspensão mais alta e moldura nas caixas das rodas, além de barras no teto para colocação de rack, custam R$ 39.300 e R$ 43.800.

Assista abaixo ao vídeo oficial de apresentação dos modelos:


Superesportivo Acura NSX 2017 será produzido em série
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Suzane Carvalho

O próximo NSX será equipado com um motor V6 biturbo

A Acura, divisão de luxo da Honda, anunciou que o novo Centro de Performance e Produção (Performance Manufacturing Center – PMC), em Marysville, Ohio (EUA), iniciará a produção em série da próxima geração do superesportivo NSX no final de abril, com as entregas para os clientes ocorrendo em seguida.

O PMC é a exclusiva instalação global para fabricação do novo superesportivo NSX e está estruturado em torno de uma inovadora fusão de pessoas com tecnologia. Combinando trabalho humano artesanal e inovação tecnológica, o PMC adota novos conceitos na construção de veículos, pintura, montagem e controle de qualidade, para entregar a excelência de desempenho que faz parte do DNA da marca Acura.

With no walls to separate departments, the Performance Manufacturing Center is focused on a one team atmosphere where associates have visual sight lines to all areas of the plant.

Com os ambientes totalmente integrados, o Performance Manufacturing Center é focado no trabalho em equipe de forma que todos possam ver o que acontece em toda a fábrica.

“Todo o pensamento inovador e trabalho árduo para a criação do estado da arte em unidade fabril nos fez atingir o nosso objetivo de construir um superesportivo na América”, disse Clement D’ Souza, líder de engenharia de projeto do PMC, que gerenciou a criação da unidade. “A incrível paixão e espírito desafiador de nossos colaboradores altamente qualificados nos permitiu desenvolver e construir do zero uma nova fábrica, simultaneamente com a criação do incrível novo Acura NSX.”

O PMC foi criado para inovar os meios e métodos de produção de carros de baixo volume e para explorar novos conceitos que serão adotados nas próximas gerações de produtos da Acura.

Complementando a produção do NSX, o motor V6 biturbo é fabricado na unidade de motores Anna, em Ohio, por um pequeno grupo de engenheiros de motores.

Com as primeiras unidades de pré-produção em andamento e com a produção em série tendo início em abril, a Acura revela detalhes adicionais dos processos inovadores de fabricação no Centro de Performance e Produção e da fábrica de motores de Anna.

– Tecnologia de soldagem robotizada de alta precisão: o space frame de alumínio de alta resistência é construído usando tecnologias avançadas de fixação.

  • O space frame é inteiramente construído com solda MIG robótica, o primeiro na indústria automobilística. Oito robôs soldadores aplicam 860 pontos de fixação, garantindo soldas altamente precisas.
  • O sistema de rotação da plataforma em 360 graus aumenta a precisão durante a soldagem, permitindo um acesso mais preciso dos braços robóticos durante a montagem da estrutura.

– Validação de qualidade em linha: técnicos de solda altamente qualificados para inspeções visuais e medições precisas de todas as fases do processo de construção validam a qualidade e a exatidão dimensional da carroceria, pontos críticos para o desempenho dinâmico do veículo, montagem do powertrain, suspensão, painéis de carroceria e outros componentes.

– Construção manual de primeiro mundo: a montagem de componentes feita por pessoas complementa a construção robotizada de alta tecnologia do NSX:

  • Técnicos de fabricação trabalham mais de 14 horas na montagem do powertrain, suspensão, eletrônica, componentes internos e painéis externos da carroceria.
  • Parafusos fundamentais da carroceria são fixados manualmente por um técnico e apertados com tolerância precisa por torquímetros eletrônicos. Essa tecnologia permite que o torque aplicado em cada parafuso do carro seja guardado, garantindo a qualidade máxima no processo de montagem.
  • Diferente de carros convencionais que utilizam a estrutura de monobloco, com os painéis da carroceria soldados, o NSX usa o design de space frame. Isso faz com que os painéis da carroceria sejam literalmente a última parte instalada no carro, permitindo um alto nível de precisão, encaixe e acabamento de pintura de alto nível.
The Performance Manufacturing Center.

A Performance Manufacturing Center

– Centro de validação de qualidade todo em vidro: a preocupação com a qualidade total na produção é evidente, não só na mentalidade de cada técnico, mas na própria concepção da instalação, que dispõe de um centro de validação de qualidade envidraçado, localizado no centro da planta. Isso permite que os técnicos de cada departamento possam monitorar todos os aspectos do veículo ao longo do processo de produção.

– Motor construído a mão: o motor V6 biturbo 3.5, com lubrificação por cárter seco, é montado à mão por experientes engenheiros na fábrica de motores de Anna. Cada motor leva mais de seis horas para ser finalizado.

– Primeira aplicação automotiva da fundição por ablação: trata-se da primeira aplicação desta tecnologia na indústria automotiva, desenvolvida pela Alotech Ltda., e foi utilizada para a criação de seis pontos de fixação no space frame do NSX, para a firme instalação da suspensão e do powertrain e componentes-chave de deformação da estrutura. Os pontos de fundição por ablação são produzidos na linha de produção de motores de Anna, em Ohio, onde o propulsor V6 é construído.

– Pintura de alta qualidade: com até 11 camadas de fundo e pintura e um intenso trabalho de preparação e polimento, o PMC consegue entregar uma pintura de qualidade incomparável em seu segmento.

Space frame com pré-tratamento de zircônio: a estrutura de alumínio de alta resistência do NSX recebe um procedimento anterior à aplicação do primer, usando um material baseado em zircônio. Com equipamentos de ponta, o zircônio também reduz os danos ao meio ambiente no processo de pintura.

– Aplicação de selante em base rotativa: o uso de um suporte rotativo na aplicação de selante da carroceria – um processo onde o space frame é fixado a uma estrutura, elevado e rotacionado em 360 graus – proporciona um trabalho de selagem mais preciso e uma melhor ergonomia para os técnicos. A forma de adoção deste suporte é inédita na indústria, com a fixação por um lado da estrutura, para permitir uma operação de carga e descarga mais eficiente, por meio de um sistema patenteado de pêndulo.

– Testes dinâmicos de performance: embasado pela extensa expertise da empresa em engenharia de competições, o NSX passa por um rigoroso processo de checagem de performance antes da entrega, que inclui um alinhamento de direção detalhado, de 45 minutos, checagem de altura de rodagem, de performance do freio nas quatro rodas, além de outros testes de qualidade e performance. Metade das 12 patentes americanas criadas para o PMC são relacionadas ao modo de produção adotado nesta área.

Carl Mason se senta na cadeira de alinhador durante o processo de alinhamento de roda. O NSX é tão baixo que os alinhadores teriam que estar em uma posição agachada por longos períodos de tempo para realizar o seu alinhamento. Esta cadeira especial paira sobre trilhos e permite um conforto para realizar este processo que dura 45 minutos.

Sobre o Acura NSX
Criado para trazer uma nova experiência para o segmento de superesportivos, a próxima geração do Acura NSX desafia as crenças convencionais sobre supercarros, com tecnologia de ponta e tecnologias de primeiro mundo.

Tanto quanto a primeira geração do NSX fez 25 anos atrás, o NSX 2017 inova ao ser o primeiro superesportivo com unidade de potência híbrida com tração integral, uma estrutura de chassi com diversos materiais, aerodinâmica avançada e um cockpit que suporta condução esportiva em todos os níveis, sem sacrificar o conforto. O Acura NSX 2017 é produzido exclusivamente no Centro de Performance e Produção (Performance Center Manufacturing – PCM), em Marysville, Ohio. O propulsor do NSX é construído na fábrica de motores Anna, em Ohio.

Fonte: S2 Publicom


Novo esportivo 86 da Toyota será apresentado Salão de Nova York
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Suzane Carvalho

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O novo Toyota 86 2017 estreará no Salão Internacional de Nova Iorque, com mudanças internas e externas, bem como melhorias no motor e suspensão. O modelo, que se trata de um novo Scion FR-S, chegará às concessionárias dos Estados Unidos a partir do 4º trimestre deste ano.

“Quando anunciamos a transição dos modelos Scion para a Toyota, não tínhamos planejado mudar os nomes dos nossos carros, mas após diversos pedidos de pessoas ao redor do mundo, para esse modelo esportivo, decidimos adotar o nome global do 86”, disse Bill Fay, vice-presidente da Toyota Dividsion Group. “Os entusiastas têm uma forte ligação com as principais características do Toyota 86 e seu motor dianteiro, tração traseira e performance dinâmica espetacular”.

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O novo modelo que faz sua estreia no Salão de Nova York, adota um estilo mais agressivo, caracterizado pela grade frontal maior, enfatizando o perfil baixo e largo do carro. A parte dianteira também foi redesenhada, com a adição de faróis de LED e um para-choque alterado. As mesmas alterações também foram consideradas na traseira. As rodas de liga leve também são novas e a logomarca tradicional 86 foi adicionada ao para-choque dianteiro e dentro dos faróis.

O interior também recebeu melhorias, com a adição de um material mais sofisticado ao redor do painel de instrumentos e nas portas. Os motoristas também poderão desfrutar de bancos renovados com costura prateada, além de um volante esportivo com controles de áudio integrados e a logomarca 86 estampada no centro.

Dirigibilidade mais aprimorada e performance mais ágil foram conseguidas pela recalibração dos amortecedores e molas. Na versão manual, o Toyota 86 recebeu alterações nas relações de marcha e seu motor teve um aumento no torque e potência, passando a contar com 208 cv. Dentro do pacote de tecnologia, o 86 ainda ganhou o Assistente de Subida (HAC), que previne que o automóvel volte para trás em situações de partida em subidas íngremes.

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O Toyota 86 2017, bem como a versão de produção do novo C-HR, recém-apresentado mundialmente, é uma das atrações do estande da Toyota no Salão Internacional de Nova York, que ocorre entre os dias 25 de março e 03 de abril de 2016.

Fonte: PrinterPress


Old Stock Race levou mais de 10.000 pessoas a Interlagos
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Suzane Carvalho

Fotos: Suzane Carvalho

Old Stock Race

Largada da Old Stock Race em Interlagos

Hoje, durante a 2ª etapa do Campeonato Paulista de Automobilismo, aconteceu a 2ª corrida experimental da Old Stock Race, que é uma “nova” categoria que estreará este ano.

O público presente foi por volta de 10.000 pessoas, que viram Wilson Fittipaldi Junior e Jan Balder puxarem o pelotão na volta de apresentação, pilotando duas Corvettes, dos anos 62 e 69.

Old Stock Race

Old Stock Race

Com apelo retrô, os carros utilizados na Old Stock race são os que correram em 1979, que foi o primeiro ano da Stock Car brasileira.  No campeonato serão permitidos carros fabricados entre 75 e 82, mas tem que ter o visual do 79.

Só que os carros de hoje estão com muitas modificações. Os motores por exemplo, estão mais leves, com preparação mais moderna, utilizam carburação weber 44 e têm entre 270 e 300 cavalos.
Os amortecedores são modernos, freios, câmbio, e a lata foi substituída pela fibra de vidro.  Assim como santo antônio mais seguro, cintos de segurança e bancos.  Os pneus não são slick; são radiais, com sulcos, de medida 205/60/16.

Old Stock Race

Jorge Claudio Schuback e Paulo Solariz

A categoria não tem só a intenção de resgatar os antigos pilotos, como o primeiro campeão brasileiro de stock car, Paulo Gomes, além Dimas de Mello Pimenta, Paulo Solariz, Jorge Claudio Schuback e Regina Calderoni, mas também são aceitos pilotos de qualquer idade, como por exemplo, o piloto de kart e fórmula, Victor Franzoni, de 20 anos, que correrá em parceria com seu pai.
Mas para os experientes, acima de 60 anos, está reservado um podium especial.

Será um campeonato brasileiro com 16 corridas em 8 datas.

Leia mais detalhes em meu site, http://suzane.com.

Assista a um compacto da corrida em http://suzane.tv.

Veja uma bela galeria de fotos aqui: http://suzanecarvalho.album.uol.com.br/old-stock-race-em-interlagos—feve

Old Stock Race

Victor Franzoni


Na contramão do mercado, Subaru também aumenta vendas no Brasil
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Suzane Carvalho

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As vendas de veículos SUBARU no Brasil, importados oficialmente pela CAOA, cresceram 46% no acumulado de 2015, quando comparadas com 2014, somando 1.639 emplacamentos. Entre os fatores que contribuíram para esse espetacular avanço da marca no País, destaque para a ampliação da gama de veículos comercializada no Brasil e abertura de novas concessionárias da marca em regiões estratégicas.

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Forester é o mais vendido

O modelo Forester, nas versões Sport e XT Turbo, segue como o mais comercializado pela marca no Brasil, com 1.100 unidades vendidas, resultado 26% acima do volume de 2014. Na segunda colocação está o SUBARU XV, com mais de 360 emplacamentos, crescimento de 123% em um ano.

De acordo com Flavio Padovan, Diretor-Geral da SUBARU no Brasil, “os resultados de vendas obtidos pelos modelos da marca em 2015, demonstram o êxito das ações realizadas ao longo desse período e o enorme potencial do mercado brasileiro. Por esse motivo, neste ano, daremos continuidade aos planos de ampliação da nossa Rede de Concessionárias em mercados estratégicos, intensificaremos a realização de atividades de divulgação da marca e ampliaremos as nossas ações na oferta de um Pós-Venda ainda mais competitivo”.

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2015: ampliação da gama e abertura de novas concessionárias

No ano passado, a SUBARU reestruturou a linha de veículos comercializada no Brasil, com o lançamento de quatro novos modelos e a renovação dos já existentes. Além disso, a marca trabalhou na expansão da Rede de Concessionárias em regiões estratégicas para o crescimento da empresa no País.

O mês de julho foi marcado pelo início das vendas da linha 2015/2016 dos modelos Forester (Sport e XT Turbo), SUBARU XV e Impreza Sedan, com novidades nos equipamentos.

suzane_noticia_SUBARU_Legacy Já entre agosto e dezembro de 2015,  com o lançamento de quatro novos modelos, todos de sucesso mundial: os sedans esportivos WRX e WRX STI, o sedan premium Legacy 3.6R e o versátil Outuback 3.6R. Este último inaugurou um novo segmento de mercado, chamado pela SUBARU de “CROSSUV”, já que ele reúne as principais características dos modelos SUV com as dos veículos Crossovers.

Segundo Danilo Rodil, Diretor de Vendas e Rede da SUBARU no Brasil, “o ano de 2015 simbolizou a realização de investimentos na capacitação da equipe de profissionais da nossa Rede de Concessionárias, além da abertura de dois novos pontos de vendas da SUBARU no Brasil, em Florianópolis (SC) e Recife (PE), sendo este o primeiro da marca na região Nordeste”.

Para 2016, a marca continuará a sua estratégia de crescimento do número de concessionárias no Brasil em mercados estratégicos para a SUBARU. O objetivo é encerrar o ano com 20 pontos de vendas da marca.

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Em meio ao caos, Honda (carros) bate recorde de vendas em 2015
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Suzane Carvalho

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Em meio a crise, e em um ano em que o mercado brasileiro como um todo, perdeu por volta de 30%, a Honda conseguiu crescer 11%.  No total, foram vendidos 153.395 carros, consolidando sua maior marca desde que começou a produzir no Brasil, há 18 anos.

O market share da marca também aumento para 6,2%.

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O carro que deu essa alavancada foi o Honda HR-V que, desde o dia 20 de março, início da venda do produto, chegou a 51.159 unidades comercializadas, conquistou a liderança entre os demais modelos da marca e se tornou o SUV mais vendido do país.  O bom desempenho da fabricante também se deve ao Honda Fit, que alcançou a marca de 42.476 unidades vendidas, seguido do Civic, com 31.241 e do City, com 26.413. Os importados CR-V, Accord e Civic Si somaram, juntos, 2.225 emplacamentos.

suzane_noticia_honda-bate-record-de-vendas_city_2016_1000O compromisso da Honda em atender com excelência as pessoas com necessidades especiais também é reconhecido pelos clientes e tem resultado em novos recordes a cada ano. No acumulado de 2015, a empresa vendeu 15.737 veículos para esse público, um aumento de mais de 60% em relação a 2014, também o melhor ano de vendas nesse segmento até então. O destaque do período foi o modelo City, com 7.490 unidades comercializadas.

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Para o vice-presidente Comercial da Honda Automóveis, Roberto Akiyama, o crescimento da empresa em 2015 reflete não só a sua estratégia acertada de renovação dos produtos, mas também a percepção do consumidor. “Em períodos de instabilidade econômica, o cliente busca um produto de qualidade aliado a um conjunto de serviços e diferenciais que proporcionem mais segurança e custo-benefício no momento da compra. Uma rede de serviços pós-venda consolidada, estrutura eficiente de distribuição de peças, eficiência no consumo de combustível e bom valor de revenda são alguns atributos que diferenciam os nossos produtos e serviços e contribuem para a preferência do consumidor pela nossa marca”.

Para 2016, a fabricante prevê um cenário de vendas estáveis, mantendo o mesmo patamar de 2015.

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A fábrica da Honda Automóveis do Brasil está situada em Sumaré, interior do estado de São Paulo e foi inaugurada em 1997. Em 2013, anunciou sua segunda planta de automóveis, em Itirapina, interior de São Paulo. Em uma iniciativa inédita no segmento automotivo no País, a empresa iniciou, no mesmo ano, a construção do seu primeiro parque eólico na cidade de Xangri-Lá, no Rio Grande do Sul, inaugurado em novembro de 2014. Para administrar as operações do parque, que supre toda a demanda de energia elétrica da fábrica de Sumaré, foi criada a Honda Energy do Brasil. No País, também faz parte do grupo a Honda Serviços Financeiros, que reúne o Consórcio Nacional Honda, a corretora Seguros Honda, a Leasing Honda e o Banco Honda.

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Mas não para por aí. Em 2015 a Honda Aircraft Company, subsidiária da Honda Motor Co. anunciou a expansão das vendas do HondaJet, o jato executivo mais avançado do mundo, para a América do Sul, sendo o Brasil o representante regional.
Isso, sem falar na Moto Honda da Amazônia, que foi instalada no país em 1971, quando começou a importar suas motocicletas. Em 1976 inaugurou sua fábrica em Manaus, onde já produziu mais de 20 milhões de motocicletas. Hoje, detém 78 domercado de duas rodas no país.

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Brasil perde 3 posições no ranking automotivo mundial
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Suzane Carvalho

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A JATO Dynamics do Brasil divulgou hoje os dados dos veículos vendidos mundialmente até novembro de 2015.  É importante destacar que os dados chineses incluem apenas veículos de passeio. Para o restante dos países, os números englobam carros e comerciais leves.

Mesmo assim, a China manteve-se em primeiro lugar e ainda apresentou uma alta mensal de 15,4%. Os EUA mantiveram a 2ª colocação após pequenas variações positivas de 1,1% mensal e de 5,4% no acumulado. Ocupando a 3ª posição em ambos os rankings, o mercado japonês retraiu 6,6% na apuração mensal e 9% se comparado ao volume acumulado no mesmo período de 2014.

Com taxas de crescimento expressivas nos últimos meses, a Espanha novamente apresentou o maior índice positivo na apuração mensal, pouco mais de 29%. O país ganhou uma posição em ambos os rankings e agora aparece na 14ª e 13ª colocações no mensal e no acumulado, respectivamente. O mercado italiano, que neste mês aparece em 10º lugar, também mostra crescimento significativo e alta mensal de 23,5% e acumulado de 14,9%. A Alemanha permanece na 4ª colocação, seguida por Índia, que passou a ser 5ª colocada em ambos os rankings.

Brasil em queda
O mercado brasileiro ainda sofre retração significativa e, não diferente do restante do ano de 2015, mostra variações negativas de 32,3% no mensal e 24,2% no acumulado. Diante da recessão econômica que afeta todos os setores do País, o Brasil perde espaço mundial frequentemente e agora ocupa a 7ª colocação em ambas apurações.  Dolorido, para quem até a pouco tempo atrás, estava brigando pelo 4° lugar com a Alemanha.

Clique na imagem para ampliá-la:
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Desempenho dos grupos
Como no mês de outubro, o líder Grupo Volkswagen apresentou quedas mensal e acumulada de 1,9% e 2%, respectivamente. O Grupo Toyota, que voltou a apresentar um tímido resultado mensal positivo, segue na 2ª colocação seguido por GM e Hyundai.

Destaque para a Honda, que continua crescendo de forma geral e ocupa a 6ª colocação com crescimentos de 8,3% e de 5,4% nas apurações mensal e acumulado, respectivamente. A Nissan, após crescimento mensal de 3,1%, ultrapassou a FCA e agora ocupa a 7ª colocação em novembro.

É importante observar que mesmo diante de poucas baixas mensais, o ranking acumulado ainda apresenta alguns índices vermelhos, destaque novamente para Suzuki, que retraiu 5%.

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Em 2015, Brasil emplacou 11% menos motos que em 2014
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Suzane Carvalho

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Que a venda de motocicletas caiu em 2015, já sabíamos.  Que vem caindo, desde 2012, também sabemos.  Mas sempre que vemos os dados reais, desanimamos.  Quase 11% a menos, o que representa 156.679 motocicletas.  O setor de automóveis teve uma queda ainda maior: 24,06%, ou seja, no Brasil foram emplacados menos 672.460 carros novos, do que em 2014.  A inflação, a recessão, o desemprego e a incerteza do futuro. gerados por um governo desgovernado, está causando a crise no setor.

Em 2008, as vendas de motocicletas chegaram a representar quase 40% do total de veículos vendidos no Brasil.  Em momento de crise, este deveria também ser um momento de aquisição de veículos de duas rodas, pois além de serem bem mais econômicos, são bem mais rápido e confortáveis do que a utilização do transporte público.

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A Abraciclo (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares) divulgou que a queda na venda do varejo entre seus associados, foi de 12,3% e no atacado, 14.9%, apesar de as motos que não são emplacadas também entrarem nesta estatística.

No quadro abaixo podemos ver que a maior queda foi no seguimento city (street), ou seja, no consumidor de baixa renda e que na maioria das vezes, utiliza a moto para trabalhar.

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Dilúvio inunda acampamento do Dakar
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Suzane Carvalho

Após a 4ª etapa do Rally Dakar realizada hoje em Jujuy, na Argentina, a chuva voltou a castigar a todas as equipes da competição.

Como é preciso fazer a revisão das motos para a 5ª etapa, que será realizada amanhã, o jeito foi trabalhar com a água na altura das canelas mesmo.

Assista ao vídeo gravado por Geraldo Lima, mecânico do piloto brasileiro Jean Azevedo.


Venda de veículos importados tem queda de 36% em 2015
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Suzane Carvalho

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Jaguar vendeu 512 unidades e teve crescemento de mais de 34%

A queda de 36% nas vendas de automóveis e comerciais leves importados pelas marcas associadas da ABEIFA (Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores) em 2015 não foi uma surpresa e esse resultado negativo já estava previsto pela entidade, que mensalmente divulgou quedas constantes nas vendas.

Em 2015, de janeiro a dezembro, as associadas emplacaram 59.975 unidades importadas contrapondo as 93.685 do ano anterior. No resultado isolado do mês de dezembro, a queda das vendas dos veículos importados foi de 46,6%, com 4.918 emplacamentos, ante os 9.214 registrados em dezembro de 2014.

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A Audi, que tem fábrica no Brasil, emplacou 17.540 carros no país em 2015.

Em dezembro de 2015, as empresas associadas que já fabricam no Brasil emplacaram 1.471 unidades, queda de 6,2% na comparação com o mês de novembro de 2015, quando registraram 1.569 unidades. O comparativo é feito com o mês anterior, pois não há dado histórico para dezembro de 2014, pois as fábricas estavam em fase de implantação.

“2015 foi, sem dúvida, um dos anos mais difíceis para o setor, com forte impacto da queda da confiança do consumidor, retorno da inflação de dois dígitos, queda dos níveis de emprego e o aumento do dólar.  Em janeiro do ano passado, anunciamos que estávamos cautelosos e esperávamos que fossem feitos importantes ajustes na economia, para que o setor tivesse um desempenho próximo ao de 2014. Porém, o que vivenciamos em 2015 foi uma sucessão de eventos que impactaram negativamente o setor automotivo como um todo e não só o segmento de importados. Os índices do setor automotivo retornaram a patamares de 10 anos atrás e, agora, a recuperação em 2016 dependerá de ações firmes do governo para a recuperação da economia e o retorno da confiança do consumidor”, declara o presidente da entidade, Marcel Visconde.

“Todos os agentes envolvidos na cadeia, sejam as empresas importadoras, as fabricantes e a rede de revendedores já começaram a readequar suas operações para o novo patamar do mercado, que ficou abaixo das 2.5 milhões de unidades”, complementa Visconde.

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A Ferrari vendeu pouco mais de 10 carros no Brasil, em 2015.

No entando, o número total de emplacamentos, incluindo os veículos produzidos no Brasil pelas associadas que abriram fábricas, o resultado foi de crescimento de 3,5%.

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