Blog da Suzane Carvalho

Categoria : CARROS

Curso de Direção Evasiva diminui índice de acidentes de trânsito
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Suzane Carvalho

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Festas chegando.  É inevitável que nós, motoristas, peguemos estradas, muito tráfego e bêbados no caminho.
Precisamos estar preparados para situações de emergência, como por exemplo, se esquivar de um carro ou caminhão que venha pela contramão em sua direção e com piso molhado.

Como esterçar o volante corretamente de forma que o carro não rode?  Como frear de forma balanceada?  Para que isso ocorra sem acontecer um acidente, é preciso técnica e treinamento.  Treinamento esse que os pilotos de Fórmula 1 declaram ser imprescindível para ter o domínio total do carro em todos os casos.
E qual a calibragem ideal para cada situação?  Terra, asfalto, chuva, carro cheio ou leve?  É preciso conhecimento e testes para definir.
No caso de um motorista comum, como treinar para eventuais situações de emergência?  Só há uma maneira: fazer um curso de Direção Evasiva.

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O Centro de Treinamento de Pilotos Suzane Carvalho há 12 anos ministra cursos voltados não somente para motoristas profissionais, empresas de segurança e de escolta, mas também para o motorista comum e para motociclistas.  Dirigido pela piloto campeã de diversas categorias de automobilismo e motociclismo, que dá nome à escola, o Centro de Treinamento de Pilotos administra cursos e palestras em todo o Brasil.

“É preciso treinar em uma pista fechada, com curvas de todos os tipos e com orientação.  Aceleração, esterço do volante ou do guidão e frenagens fortes e em velocidade.  O ideal é que se faça o treinamento ao menos uma vez a cada 6 meses e em todas as vezes que se muda de veículo.  Da mesma forma que um piloto de Fórmula 1, que só faz isso desde criança, precisa treinar, os motoristas comuns também precisam treinar para que uma manobra de emergência seja correta não ocasionando um acidente”, prega Suzane.

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Além das técnicas de pilotagem que são ensinadas, no curso o motorista recebe também noções de manutenção.

O último curso do ano será no próximo dia 22 no Kartódromo Internacional San Marino, em Paulínia, próximo a Campinas, no estado de São Paulo.  Motoristas de todo o Brasil podem se inscrever através do site oficial http://CentroDePilotos.com.br.

Abaixo, alguns links para que você possa conhecer mais o curso:

Galeria de fotos: https://www.facebook.com/media/set/?set=a.967648226625934.1073741847.256701917720572&type=3

Opiniões de ex-alunos: https://www.facebook.com/media/set/?set=a.967619299962160.1073741846.256701917720572&type=3

Vídeos no You Tube: https://www.youtube.com/playlist?list=PL74YdOsWcgLDCJ3oVCF7xgzVlHouSSTqY


Jaguar Land Rover terá fábrica na Eslováquia
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Suzane Carvalho

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A Jaguar Land Rover confirmou hoje que será a primeira montadora britânica a abrir uma unidade fabril na Eslováquia. O anúncio vem seguido de um acordo firmado entre a companhia e o governo local para construir uma fábrica na cidade de Nitra, oeste do país. A nova unidade de terá investimento de £1 bilhão e empregará cerca de 2.800 pessoas.

Recentemente, a Jaguar Land Rover confirmou que dobrará seus investimentos na fábrica de motores na Inglaterra para alcançar £ 1bilhão – a maior injeção de capital de uma montadora britânica em décadas, criando centenas de novos postos de trabalho.

Dr Ralf Speth, CEO da Jaguar Land Rover disse que: “Hoje a Jaguar Land Rover está muito feliz em dar as boas-vindas à Eslováquia na nossa família. A nova fábrica irá complementar a nossa produção existente no Reino Unido, China, Índia e Brasil, para além de marcar os próximos passos da empresa na sua estratégia de se tornar uma companhia com presença verdadeiramente global. O setor automotivo da Eslováquia representa 43% do total da indústria local. O país possui mais de 300 fornecedores em um raio de distância próximo e excelente infraestrutura de logística. O coração da empresa será sempre o Reino Unido, onde estão os estúdios de design, tecnologia e capacitação de manufatura.”, informa o CEO.

Como parte do comprometimento da Jaguar Land Rover em entregar veículos mais leves, a fábrica do leste europeu irá produzir uma gama de modelos com carroceria em alumínio. Estima-se que os primeiros carros saiam da fábrica eslovaca no final de 2018. A unidade terá capacidade  produtiva de até 150 mil veículos e sua construção se inicia em 2016.

O anúncio de hoje vem seguido da assinatura de um contrato entre o CEO da Jaguar Land Rover, Dr Ralf Speth, e Robert Fico, primeiro-ministro da Eslováquia, em Bratislava, que declarou: “Estamos contentes que a Jaguar Land Rover tenha escolhido a Eslováquia para a sua nova instalação fabril. Esta decisão demonstra que, com um ambiente de negócios estável e sólido, o país é um lugar atraente para os investidores. E a união do artesanato da Eslováquia e a engenharia britânica é muito promissor”.

 

A Jaguar Land Rover tem feito progressos significativos ao estabelecer presença internacional com fábricas ao longo do último ano. A empresa abriu uma joint-venture na China e iniciou a construção de sua planta de fabricação local no Brasil no final de 2014. A criação de novas fábricas internacionais permite à Jaguar Land Rover oferecer aos seus clientes modelos completamente novos, proteger contra flutuações da moeda e criar uma empresa competitiva em todo o mundo.

Durante este tempo, a companhia tem investido fortemente em suas instalações de produção de veículos do Reino Unido — Castle Bromwich, Halewood e Solihull — para apoiar a chegada de novos veículos como o XE, XF e F-PACE da Jaguar, bem como o Range Rover Evoque Conversível e Land Rover Discovery Sport. Além disso, a empresa planeja expandir sua avançada engenharia e centro de design em Whitley, Coventry, e investir no National Automotive Innovation Centre da Universidade de Warwick.

 Nos últimos cinco anos, a Jaguar Land Rover empregou mais de 20 mil pessoas levando a sua força de trabalho para mais de 37 mil funcionários e investiu mais de £ 11 bilhões em criação de novos produtos e despesas de capital.

A seleção da Eslováquia como o local para o seu próximo local de fabricação seguiu uma análise robusta de número locais ao redor do mundo, incluindo outros países europeus, EUA e México.

A saber:

A Jaguar Land Rover é uma das maiores exportadoras do Reino Unido e gera mais de 80% de sua receita com exportações e tem quatro instalações de produção no Reino Unido:

– Castle Bromwich, casa do Jaguar XF, Jaguar XJ e Jaguar F-TYPE, empregando 3,5 mil pessoas

– Halewood, casa do Range Rover Evoque e Land Rover Discovery Sport, empregando 4,5 mil pessoas

– Solihull, casa do Range Rover, Range Rover Sport, Land Rover Discovery, Land Rover Defender e o Jaguar XE, empregando 9 mil pessoas

– O Manufacturing Centre Motor é a fábrica da família de motores ‘Ingenium’, começando com o diesel 2.0 litros no Jaguar XE. O centro vai empregar 1,4 mil pessoas

Em 2014, a Jaguar Land Rover vendeu 462.678 veículos, um aumento de 9%. Dentro deste número, a Jaguar vendeu 81.570 veículos e a Land Rover vendeu 381.108 veículos

A Europa Continental é hoje a maior região de vendas da Jaguar Land Rover em todo o mundo, com quase 100 mil veículos vendidos durante os primeiros 11 meses de 2015

A Europa tem o maior número de concessionários Jaguar Land Rover globalmente com cerca de  mil revendedores em todos os 36 países

 

Sobre a Jaguar Land Rover

É a maior fabricante de automóveis do Reino Unido. A empresa possui duas marcas ícones da indústria automotiva britânica: Jaguar, uma das principais fabricantes de carros esportivos de luxo, e Land Rover, líder mundial de veículos utilitários premium.

Controlada pelo grupo indiano Tata Motors, a empresa conta com mais de 32 mil colaboradores em todo o mundo e comercializa seus produtos em mais de 170 países. Possui hoje cinco unidades fabris, sendo quatro no Reino Unido e uma na China, bem como uma unidade de montagem local na Índia.

Presente há mais de 20 anos no Brasil, a Jaguar Land Rover tem mais de 40 concessionários no país e vai inaugurar sua fábrica em Itatiaia/RJ no ano de 2016.

Fonte: assessoria de imprensa da Jaguar Land Rover no Brasil


Inadimplência faz crédito para veículos cair
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Suzane Carvalho

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Produção de veículos montados

Total de recursos liberados para financiamento teve retração de 19,9% em 12 meses

O cenário econômico nacional começa a impactar mais fortemente no crédito liberado para financiamento de veículos.
Os dados do setor até outubro de 2015 revelam que o total de recursos liberados pelos bancos das montadoras nos últimos 12 meses, no valor de R$ 76,9 bilhões, sofreu queda de 19,9%. Segundo avaliação da ANEF (Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras), as vendas automotivas estão fortemente impactadas pelo ritmo da recessão da economia. Para o presidente da entidade, Décio Carbonari, esse cenário tende a se agravar devido à expectativa de aumento na taxa de desemprego e à redução na renda média mensal do brasileiro. “Não há perspectiva de retomada enquanto esses dois índices não se estabilizarem, o que não deve acontecer antes de meados de 2016”, avalia o executivo.

suzane_noticia_anfavea-anef_exportacao-veiculos_nov_2015O aumento da inadimplência nos contratos de pessoa física foi de 0,2 ponto percentual, alcançando 5,8% do total. No caso de pessoa jurídica, o aumento é ainda mais expressivo, de 0,7 ponto percentual em relação a outubro de 2014, representando 4,3% dos contratos, conforme o balanço da ANEF.

“O fraco desempenho da economia, de fato, demorou a impactar os índices de inadimplência, algo que pode ser explicado por múltiplas causas. Porém, é fato que a inadimplência decorre diretamente da perda de renda familiar e pela redução no volume de negócios para as empresas, ambos agravados nos últimos meses”, afirma.

Em outubro, o saldo das carteiras de veículos contabilizou R$ 188,1 bilhões, o que indica queda mensal de 1,1% e retração de 7,2% no período de 12 meses. O saldo da modalidade CDC contribuiu para puxar o indicador para baixo, apresentando diminuição anual de 10,3% na média entre as carteiras de pessoa física e jurídica.

Seguindo o mesmo panorama, o licenciamento de novos veículos e de comerciais leves encolheu 23,31% no acumulado de doze meses. No mercado de pesados, o impacto foi ainda maior. O número de licenciamentos de ônibus e caminhões recuou 42,67% no período. Avaliado isoladamente o cenário para motocicletas, a diminuição foi de 12,91%. Somados veículos leves, comerciais leves, pesados e moto, as perdas totalizam 18,38%.

As projeções da ANEF para o fechamento de 2015 são de que o saldo das carteiras de financiamento de novos veículos deverão retrair 19,5% em relação ao consolidado de 2014. A expectativa de recursos liberados para este ano ficou em R$ 89,1 bilhões, ante os R$ 111,3 bilhões registrados em 2014, uma queda da projeção da entidade de 19,9%.

“Infelizmente, a realidade macroeconômica é pior do que os economistas previam e o impacto é ainda pior no setor automotivo. A inadimplência demorou, mas veio. De forma que não é possível projetar uma retomada até que o desemprego estabilize e o mercado volte a ter poder compra”, finaliza o presidente da ANEF.

Taxas e Prazos
Em outubro, a média das taxas de juros praticadas pelos bancos de montadora foi 1,69% ao mês e, ao ano, de 22,27%. Já a taxa média dos bancos de varejo, tradicionalmente menos atraentes em relação à das financeiras ligadas à indústria automotiva, foi de 1,94% ao mês e, ao ano, de 25,9%.

O prazo médio das concessões se manteve em 41,6 meses se igualando aos números de setembro de 2014. Os planos máximos disponibilizados pelos bancos aos consumidores seguem no prazo de 60 meses.

Fonte: ANEF e ANFAVEA


Range Rover comemora 45 anos, atravessando uma ponte de papel
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Suzane Carvalho

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A Land Rover, marca britânica de SUVs premium, promoveu uma ação para comemorar os 45 anos de inovação tecnológica de seu mais luxuoso veículo, o Range Rover. Um exemplar do modelo atravessou uma ponte de cinco metros inteiramente produzida em papel, sem nenhuma cola ou parafuso como fixação.

Feita à mão, a ponte demorou três dias para ser concluída e foi confeccionada em papel fornecido pela fabricante britânica James Crooper PLC. A ação se deu na antiga cidade de Suzhou, localizada a cerca de 100 quilômetros de Xangai. O local, famoso por suas pontes, é conhecido como a “Veneza do Oriente”.

O Range Rover foi o primeiro modelo no segmento de SUVs de luxo quando foi apresentado pela primeira vez ao público em 1970. Dois anos depois, ele foi o primeiro veículo do mundo a cruzar a inóspita região de Darien Gap na América Central, feito nunca antes realizado por um veículo de passeio.
Mais tarde, em 1989, o Range Rover foi o primeiro SUV do mundo a ser equipado com sistema de freios ABS. Tecnologias como o controle eletrônico de tração e a suspensão pneumática também foram introduzidos pela primeira vez em um SUV no Range Rover, em 1992.

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Apresentada em 2012, a última versão do modelo foi a primeira no segmento de SUVs a ter carroceria inteiramente produzida em alumínio, o que representou uma economia de até 420 quilômetros em relação a um modelo com carroceria tradicional.

Foi confiado ao instrutor chefe do Land Rover Experience, Chris Zhou, a tarefa de fazer com que um Range Rover atravesse a ponte e papel de forma a preservar o delicado tecido de sua estrutura.   A nova geração do sistema Terrain Response 2, que adapta automaticamente todas as configurações de tração, aceleração e suspensão do modelo de acordo com o tipo de terreno em que se trafega, com ou sem a ação do motorista.

O sistema All-Terrain Progress Control (ATPC) permite ao motorista se concentrar exclusivamente na direção do veículo, uma vez que o sistema monitora toda a velocidade e aceleração, além de adaptar o modelo para trafegar em determinado tipo de piso automaticamente. Sem precisar ao menos efetuar nenhum comando de pedal, o motorista pode usufruir de uma tecnologia que melhora a capacidade para o tráfego todo terreno e que pode ser ativada a qualquer momento, tanto com o seu veículo parado, quanto em movimento.  A tecnologia ajuda aos motoristas a trafegar em qualquer tipo de piso, mesmo em terrenos como grama molhada, uma das mais difíceis condiçõesoff road até para os mais experientes motoristas.

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Para Nick Rogers, diretor de engenharia da Jaguar Land Rover, “a China é um local extremamente importante para nossa empresa. Por isso mesmo, esse foi o local que escolhemos para comemorarmos os 45 anos do nosso mais emblemático SUV de luxo”.

Para o artista e designer Steve Messam, responsável pela construção da ponte de papel, “nós já vimos estruturas de papel construídas para suportar o peso de pessoas. Mas uma capaz de suportar o peso de um SUV de grande porte nunca foi construída antes. Por isso mesmo, assim como sempre ocorreu com o Range Rover, essa ação está levando além os limites de engenharia. A facilidade e a capacidade que o modelo demonstrou em transpor esse arco de papel foi realmente muito empolgante”.

Desde seu lançamento em 1970, o Range Rover é o veículo que inaugurou o segmento que hoje conhecemos como SUV, ao unir a capacidade dos veículos de trabalho rural da época com o luxo e sofisticação até então exclusivo dos sedãs e esportivos. Atualmente o modelo é uma referência em luxo, exclusividade e capacidade em todos os tipos de terreno.

Assista aqui ao vídeo:


Minicarro ou superkart? Conheça o Honda Project 2&4!
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Suzane Carvalho


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Primeiro eu babei: WOW!… Depois fiquei imaginando como seria pilotar este “mini-fórmula” ou este “superkart” a 13.000 rpm quando ele despeja os 215 hp e 12,03 kgf.m de torque, que aparece a partir de 10.500 rpm com o motor RC213V.

A “coisinha bonitinha” acima fará sua estreia global no estande da Honda no 66º Salão de Frankfurt e recebeu o nome de “Honda Project 2&4”.  É o projeto vencedor do programa ‘Global Design Project’ da Honda – um concurso interno, do qual mais de 80 funcionários participaram. O objetivo da competição anual entre estúdios de design Honda é estimular a criatividade e o trabalho em equipe.suzane_noticia_honda_project_2e4_04_945_cortada

O motor, desenvolvido para as competições de MotoGP, foi ajustado para se adaptar às ruas.  É um V-4 de quatro tempos de 999 cc; o mesmo da RC231V-S. O câmbio é DCT (dupla embreagem) de 6 marchas.

O desenho do chassi e a posição do motor foram inspirados no lendário Honda RA272, de 1965.  A estrutura em frame é parte funcional do carro, da mesma forma que em uma motocicleta.  A diversão proporcionada pelo cockpit aberto é aumentada pelo fato do banco do motorista ser suspenso, logo acima do asfalto. O design com ‘assento flutuante’ coloca o motorista o mais perto possível da ação, proporcionando a liberdade de uma motocicleta e a capacidade de manobra de um carro.

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Painel virtual

Ele tem 3,04 metros por 1,82 m de largura e 99,5 cm de altura e apenas 405 kg. Lembro que os pneus, desenvolvidos pela Bridgestone exclusivamente para ele, são responsáveis pelo aumento da massa.  Tudo isso, aliado ao motor central e baixo centro de gravidade (por isso eu o chamei de “superkart”) o deixa super-rápido.  A ideia é que ele te faça sentir a liberdade de uma motocicleta.

O nome “2&4” foi assim definido porque ele utiliza motor de um veículo de duas rodas em um veículo de quatro rodas, reunindo assim as competências da Honda em mobilidade nos dois segmentos.

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Concebido pelo estúdio de design de motocicletas da Honda em Asaka e projetado em colaboração com o estúdio de design de automóveis em Wako, ambos no Japão, o veículo conceitual Honda Project 2&4 busca criar uma intensa experiência ao volante ao combinar os elementos mais empolgantes da motocicleta com as características mais cativantes do carro. O resultado não é apenas uma vitrine de criatividade, mas também um desafio às expectativas do futuro da mobilidade.

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Apaixonada por design futurista e técnica, fiquei alucinada por acelerá-lo.

-> Você sabia que a Honda produz mais de 28 milhões de motores por ano? Motores de carro, moto, lancha, estacionários e até de avião.


Quantidade de Motores sobrealimentados em automóveis cresce 500% em 10 anos
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Suzane Carvalho

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Ao longo de 10 anos e diante das mudanças de conceitos, a necessidade e a preocupação com o meio ambiente atingiram o setor automotivo. Em busca de melhor eficiência energética, novas tecnologias e regulamentações surgiram para controlar a emissão de gases poluentes e economia de combustível. O conceito de downsizing é uma tendência no mercado mundial e também no Brasil de forma clara e objetiva. A JATO Dynamics do Brasil, fez um levantamento de dados dos anos de 2005 e 2015. Este estudo leva em consideração automóveis leves, movidos à gasolina e/ou bicombustíveis, de aspiração natural e sobrealimentados (turbocompressores e/ou compressores mecânicos). Simplificando, o motor sobrealimentado caracteriza-se pela presença de algum componente responsável pela indução forçada de ar na câmara de combustão, seja por meio de um turbocompressor ou compressor mecânico. Já o motor aspirado admite o ar para a combustão de forma natural, sem que nenhum componente force a sua entrada no motor.

motores_sobrealimentados_potenciaDe acordo com o gráfico de versões disponíveis no mercado, nota-se um aumento de 500% em relação à oferta de carros sobrealimentados entre 2005 e 2015. Há dez anos, das 1.000 versões disponíveis, o mercado apresentava 43 sobrealimentadas. Em 2015, este número subiu para 258, o que representa uma parcela de 20% do total de versões oferecidas atualmente.

motores_sobrealimentados_emplacamentosEm relação à capacidade volumétrica média entre todas as versões manteve-se praticamente inalterada (2,5 litros). O gráfico acima mostra que a potência específica de motores sobrealimentados subiu 18,2 cv/l, o que representa um aumento de 19,2% em relação ao ano de 2005.

Apesar do aumento expressivo de versões sobrealimentadas disponíveis no mercado, os números de vendas permanecem tímidos em relação aos motores de aspiração natural. No entanto, nos últimos 6 anos, houve um aumento considerável no emplacamento de versões sobrealimentadas.


Novo Range Rover Vogue: além de luxo, muitos mimos.
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Suzane Carvalho

Apenas três meses após ser lançado na Inglaterra, o Novo Range Rover Vogue já coleciona 10 prêmios.

Listar seus atributos seria o suficiente para preencher algumas páginas de revista; e por isso, o que parece ser uma tarefa fácil, acaba tornando-se difícil, pois escrever sobre ele sem cair no comum, é um desafio.

Vou começar pelo que mais mexe comigo: o motor da versão a gasolina, V8SC (SC de Super Charged), é um V8 com exatos 4.999 cc, que despeja 510 cv de potência logo nas 3.500 rpm, e 64 kgf.m de torque que estão logo nas 2.500 rpm e se mantém até 5.500.  Ou seja, você utiliza o torque total praticamente o tempo todo.  A compressão é de 9,5:1.  O resultado disso é que, mesmo pesando mais de duas toneladas (2.360 kg), faz de 0 a 100 km/h em 5,4 segundos!  Tem a mesma potência do Indy Lights com que corri, que tinha quase o mesmo torque: 61 kgf.m ; mas pesava somente 650 kg.

Escrever sobre o motor é uma coisa.  Senti-lo, é outra.  Fiz com ele uma expedição na Chapada dos Veadeiros, em Goiás, e passei por rios, pedras, terra e asfalto.  Seu desempenho se aproxima a de alguns esportivos.  Além de ser um motor que aguenta subidas íngremes com o carro cheio, ele também te dá prazer e satisfação, quando você o chama pelo acelerador.  E impressionante é que, mesmo rodando a 180 km/h, ele é tão macio e silencioso que parece que você está a 80.  A velocidade máxima declarada é de 250 km/h.  O câmbio ZF 8HP70 automático de oito velocidades com opção para trocas sequenciais no volante é preciso e rápido.

A versão com motorização a diesel, SDV8, tem “só” 339 cv no V8 de 3.999 cc, em uma faixa de giro um pouco mais alta, entre os 6.000 e 6.500 rpm, 71 kgf.m entre 1.750 e 3.500 rpm com compressão de 16.1:1. Faz de 0 a 100 km/h em 6,9 segundos!  É 30 kg mais leve que a versão a gasolina.

A estrutura do Novo Range Rover é em monobloco 100% construído em alumínio e por isso perdeu 420 kg em relação à versão anterior.   É o primeiro SUV com a carroceria construída inteiramente em alumínio.

A suspensão é pneumática independente e os amortecedores leem o movimento do carro nada menos que 500 vezes por segundo.  As barras estabilizadoras  são eletro-hidráulicas e enrijecem quando há transferência de peso lateral, ou seja, nas curvas, fazendo com que o carro dobre menos, com consequente maior segurança e conforto.  A caixa de direção dele é bem justa, o que o torna mais rápido para mudança de trajetória.  Tem assistência de direção elétrica e outros dois controles que aprimoram seu desempenho em curvas: controle dinâmico de estabilidade (DSC) e controle de estabilidade antirrolagem (RSC); além do controle eletrônico de tração (ETC), assistente de descidas (HDC),  e até controle de estabilidade do reboque.

Passar com o carro por dentro de rios, por cima de pedras, em uma aventura ou expedição, com emoção e conforto, é o que o carro te permite.Como um bom 4×4, tem caixa de redução de diferencial.

Para desenvolvê-lo, a Land Rover rodou 8.000 km em autódromos, além, claro, dos trechos off-road.

SEGURANÇA
O piloto automático é adaptativo com o sistema automático de frenagem que funciona de acordo com a leitura de um radar frontal.  Isso significa que, se o carro se aproximar muito rápido de um obstáculo à frente, ele freia sozinho.  ABS com EBD, freio de estacionamento elétrico,  e discos dianteiros  ventilados, de 380 mm completam o pacote de frenagem.

São oito air bags e tem alarme volumétrico regulável (dá para deixar o cachorro dentro do carro, por exemplo).

Tem lavadores nos faróis, sensor de chuva, sensor de estacionamento, sistema de monitoramento da pressão dos pneus, Tem ainda um dispositivo de proteção contra abastecimento errado.

OS MIMOS
Disposto a enfrentar qualquer tipo de terreno, a 4ª geração do novo Range Rover Vogue não quer nem saber da concorrência.  A Land Rover falou que escutou as sugestões de seus clientes para montar o pacote de “mimos”.

São 10 opções de luz ambiente interna, massagem nas costas do motorista e do passageiro, aquecimento do volante e dos bancos,  geladeira no console central (que gela de verdade!).  A temperatura ambiente é controlada eletricamente e é bi-partida.  Tem também duas zonas para distribuição traseira.

A suspensão pneumática eletrônica abaixa para as pessoas entrarem e saírem do carro.  Aliás, para carregar o porta-malas também.

Você não precisa bater a porta.  É só encostar, que o carro fecha as portas sozinho.  Inclusive a do porta-malas.
Aqui vai minha sugestão para a próxima versão: massagem também na cabeça.  =)

QUER SABER MAIS?
Mesmo com design modernizado e teto solar panorâmico, que por sinal, deixa o interior muito agradável, ele foi desenvolvido de forma a não perder sua personalidade, fazendo com que ele seja reconhecido sem que alguém precise ver a logomarca, e por isso, foram mantidas as mesmas linhas principais, da cintura e do teto, que acompanham o modelo desde seu primeiro lançamento, em 1970, sempre pensando em não perder o ar de “elegância britânica”.

Em relação ao modelo anterior, suas dimensões mudaram um pouco: ele está 2,7 cm maior no comprimento, o entre-eixos está 4,2 cm maior, perdeu 8,5 cm na largura e 3,9 cm na altura.  Na verdade, ele abaixa mais e sobe um pouco mais que o anterior.

Os faróis são bi-xenon e o design imita a lente de uma câmera fotográfica.   A regulagem das luzes alta e baixa é autométrica, ou seja, uma câmera lê exatamente quantos metros à frente estão sendo iluminados e modifica a altura do farol.   Ela também identifica carros que estejam à sua frente ou que venham em direção contrária.

Os vidros são laminados, com proteção SUV e proteção acústica.

As cinco câmeras de vídeo que fazem parte do Park Assist e projetam a área externa, estão instaladas de forma que você pode ver 360° ao redor do carro.  A dianteira, inclusive, permite ver até debaixo d’água!  Os sensores de ré tem sensibilidade em raio de 90°.

Os retrovisores têm monitores de ponto cego em dois níveis: no primeiro, acende uma luz para chamar a atenção do motorista no caso de um objeto naquele ponto.  No segundo, pisca uma luz igual a um flash, se o motorista virar o volante naquela direção, ou se o carro que se aproxima, estiver muito rápido.  Tem também aquecimento, memória e rebatimento automático.

O sistema Terrain Response, que seleciona o modo de tração, está em sua segunda geração e aparece em todos os carros da Land Rover.  Ele tem também um modo automático de reconhecimento do piso.

Ele agora pode enfrentar enchentes mais pesadas, pois pode ficar até 90 cm submerso.

O sistema de som é Meridien Surround e tem 16 canais e 19 autofalantes com 825 W Rms de potência!  Com filtro digital de ruídos, sub-woofer Dual Channel.  Os fones de ouvido com isolamento acústico acompanham o carro.

Se você for colocar algo no porta-malas de 909 litros e ainda precisar de mais espaço, a regulagem dos bancos traseiros pode ser ajustada eletricamente pelo acesso da porta traseira mesmo, rebatendo os bancos de forma que o espaço aumente para 2002 litros.

O tanque de gasolina das duas versões de motorização comporta 105 litros.

Para ter uma ideia, só de cores da carroceria, são quinze.  Mais as nove opções de cor interna, outras duas para os acabamentos (madeira ou alumínio) e outras três para o acabamento do teto solar, multiplicado pelas duas rodas, que pode ter aro 20 ou 21″, temos 1.620 combinações originais!

Com tudo isso, a Land Rover quer que o Range Rover tenha um conceito único, vinculando sua imagem à aventura, tecnologia, força e potência que são as palavras utilizadas pela Land Rover para definir seus carros.

Sugiro que você vá até uma concessionária para conhecê-lo de perto.

MERCADO
De 2009 A 2012, a Land Rover Brasil, que atua no mercado de Utilitários Esportivos Premium, cresceu 158%.  Neste tempo, sua participação no segmento cresceu 57,3%, subindo de 16,4 para 25,8%. Ano passado, enquanto as outras marcas perderam mercado, a Land Rover se manteve estável, vendendo um total de 5.438 carros.

Seu produto de ponta, o Range Rover Vogue, que vendeu 64 unidades em 2009, subiu para 77 em 2010, 121 em 2011, e, em 2012, caiu novamente para 64, o que segundo a fábrica, foi devido à crise, ao incentivo aos carros fabricados no Brasil e ao lançamento do Range Rover Evoque, que vendeu um total de 4.149 unidades.

Eles acreditam que, em 2013, com o Novo Range Rover Vogue, baterão record vendendo mais de 200 unidades.

“ABOVE AND BEYOND”.  Tá certo.

Leia AQUI um pouco da história de 42 anos do Range Rover, que surgiu no mercado em 1970.

Veja a galeria completa de fotos CLICANDO AQUI!


JAC J2 é bonitinho, urbano, mas com fôlego para estrada
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Suzane Carvalho

JAC J2 foto: Suzane Carvalho

Foi lançado esta semana o J2, o carro pequeno da JAC Motors.  Ele é importado da China, mas sofreu mais de 360 alterações para o mercado brasileiro.  A começar pelo motor: enquanto o J2 vendido na Ásia tem motor 1.0 três cilindros, o brasileiro chega com motor 1.4 quatro cilindros.  Se o motor é maior, quase tudo tem que ser modificado, já que a alimentação, refrigeração e escapamento serão outros também.  Até a grade dianteira do carro teve que ser aumentada.

Minha primeira impressão quando olhei para ele: é muito bonitinho.  Isso basta?  Bem, quem vai a uma concessionária olhar o carro porque ele é bonitinho, se satisfaz, pois ele continua sendo bonitinho por dentro.  É um ambiente agradável e que não causa stress.  A qualidade do material de acabamento é bastante satisfatória para a faixa de preço do carro: R$ 30.990,00.

Praia de Subaúma, BA

Andei com ele por pouco mais de 200 km na cidade, na estrada e em uma estrada fechada.  Me senti super bem na posição de guiar.  O espaço lateral é bom.  O braço esquerdo não bate na porta que tem um bom apoio e espessura, dando impressão de robustez.  O braço direito também não bateu em nenhum lugar (muitos apoios de braço incomodam).  A regulagem de distância do banco é bem ampla.  Do encosto também.  Só não tem regulagem de altura.  Deu para esticar totalmente a perna esquerda, ficando em uma posição de descanso confortável.  Como o carro é alto, um motorista grande (tanto em altura quanto em largura) não se sentirá espremido no interior no J2.  As maçanetas das portas são boas e de um modo geral, não passam impressão de fragilidade.

O volante acerta altura, mas bem pouco.  Para mim a posição ficou boa.  Curioso e interessante é que quando você acerta a altura dele, todo o painel mexe junto.  Assim nenhuma informação fica coberta pelo aro do volante.  Só acho que a JAC pecou na espessura dele.  Da mesma forma que nos outros modelos da marca, achei-o muito fino.  Falando em painel, ele é bem simples, mas também bonitinho.  Tem somente as informações básicas mesmo.  Velocímetro grande no meio com o hodômetro total e um parcial.  À direita o marcador de combustível e à esquerda o conta-giros.  As luzes espia estão espalhadas no centro do velocímetro.  A visualização do conta-giros é prejudicada pelo traço dos números muito espesso.  Se fosse mais fino a leitura seria mais fácil.  Isso é algo simples de ser resolvido pela JAC.  A luz de fundo de todo o painel é azul, assim como a do console central.

Os comandos estão em posição boa, bem perto da mão.
Os retrovisores são bons e apesar de o vidro traseiro ser pequeno, não atrapalha a visibilidade.  Fiz bastantes manobras com ele e não vi problemas.  Com a direção elétrica, o volante é bem leve para tal e o raio de giro é bom.

O ar-condicionado também é bom, mas achei esquisita a saída central.  Ela fica em cima do console, voltada para o vidro dianteiro, e não tem regulagem.  Não sei se foi projetado assim para desembaçá-lo ou para que o ar chegue mais facilmente para quem vai no banco de trás.  Senti falta do vento no braço direito.  No lado esquerdo tem saída e é regulável, assim como no lado direito do carona.  Talvez quem nunca teve ar-condicionado em um carro ou tem o J2 como primeiro carro, não sinta esta necessidade.

Tem sensor de ré, espelhinho no para-sol também do motorista, dégradé no vidro dianteiro, ajuste elétrico dos retrovisores, abertura do porta-malas por dentro do carro, alças de segurança na frente e atrás.  Na frente tem controle elétrico dos 4 vidros, que fica no console central, abaixo dos controles do som.  A caixa de fusíveis está bem à mão e até que tem bastante porta-trecos: lugar para garrafa, moedas, copo e espaço e nas portas.  Tem apenas uma palheta do limpador de para-brisas, mas ela é eficiente.  O controle tem temporizador e 3 velocidades.  No vidro traseiro tem desembaçador mas não limpador.  O som tem 6 autofalantes, lê mp3, tem entrada USB, mas não acompanha a mesma qualidade do J3.  O porta-luvas não tem tampa.

 

Em relação ao espaço no banco traseiro, deixando o banco do motorista na minha posição de guiar, sentei atrás e tive espaço para as pernas sem bater com o joelho no banco da frente.  Meço 1,70 m.  Tem cinto de segurança de 3 pontos para os passageiros das extremidades e de 2 pontos para quem for no meio.  A espuma é bem boa.  Tem também porta-trecos nas portas traseiras.

O porta-malas é pequeno (121 litros), mas o encosto do banco de trás rebate facilmente e por inteiro, de forma que dá para aumentar este espaço.

O compartimento do motor é pequenininho, mas mesmo assim ele está alocado de forma que tem espaço ao seu redor para que haja uma boa refrigeração.  Ele tem um ronquinho gostosinho.  É um 4 cilindros com 1.332 cc (considerado como 1.4) com 16 válvulas e duplo comando VVT (variável) no cabeçote.  São 108 cv a 6.000 rpm, bem onde o limitador corta.  O torque é de 14,07 kgf.m a 4.500 rpm.  A taxa de compressão é de 10,5:1.  A relação diâmetro x curso do pistão é bem equilibrada: 75 mm x 75,4 mm.

O câmbio é bem preciso e macio.  A partir da 4ª marcha a relação é longa, com o objetivo de economizar combustível.  Mas como ele já chega a 140 km/h em 3ª, tem motor suficiente para qualquer ultrapassagem.  As máximas em cada marcha foram:
1ª 55 km/h
2ª 96 km/h
3ª 140 km/h
4ª 180 km/h ainda sem cortar
5ª 187 km/h

Fiz um “de 0 a 100” e ficou em 10.2 segundos.  Na ficha técnica oficial diz que faz em 9,8.  Perde um pouco porque tem que colocar a terceira marcha.  Mas de 0 a 95 faz rápido o suficiente para se você tiver que acelerar para escapar de um acidente.  Afinal, o carro pesa somente 915 kg.  É um carro urbano, mas que tem um bom fôlego para enfrentar uma estrada.  Só que nem de perto é para ser utilizado nesta velocidade.  Como tem entre-eixos e bitola curtos e é um carro leve e alto, a partir de 150 km/h começa a balançar.  Se entrar no vácuo de um ônibus ou caminhão, tem que ter habilidade na saída.  Inclusive de túneis.

 A suspensão é bem firme sem deixar de ser confortável.  Independente McPherson com molas helicoidais e barra estabilizadora na frente e independente Dual Link com molas helicoidais na traseira.  Esse é um acerto fantástico de toda a linha da JAC Motors: suspensão independente na traseira.  O controle do carro é muito mais fácil, e mesmo eu forçando bastante nas curvas ele se manteve sempre com as 4 rodas no chão, mesmo sendo um carro pequeno, estreito, com 3,535 m de comprimento e 1,64 m de largura.  Tem 1,475 m de altura e entre-eixos com 2,39 m.  As rodas são de liga de alumínio de medidas 175 x 60 x 14″.

SEGURANÇA
Fiz frenagens fortes a 120 km/h e gostei bastante do freio.  Tem boa pegada e o carro fica equilibrado, não desviando da trajetória.  Na frente é a disco e na traseira a tambor com sapatas auto ajustáveis.  Tem ABS com EBD (distribuição da força da frenagem entre as rodas).  Tem airbag duplo na frente e luzes de neblina na dianteira e na traseira do carro, além do brake light e travamento automático das portas a partir de 15 km/h.  Apesar de todos esses itens, recebeu apenas duas estrelas no teste de segurança do Ncap.

O tanque de combustível tem capacidade para só 35 litros, reforçando sua tendência para carro urbano.

Tem nas cores preto, branco, vermelho, laranja, amarelo, prata e grafite.  Tem também alguns itens de personalização como as rodas que podem ser pintadas, os retrovisores que podem vir de outra cor, e faixas coloridas colocadas no capot, capota e na traseira.

Para ser o primeiro carro de um universitário ou um veículo para fácil circulação urbana, ele é perfeito.  Se precisar ou quiser pegar estrada, o J2 a enfrentará facilmente, não sendo incômodo para motorista nem passageiros.

Como um hatch compacto, o J2 é um pouco menor que seus concorrentes diretos, mas oferece itens que em alguns, nem como opcional.  O objetivo de Sergio Habib, presidente da JAC Motors do Brasil, é vender pelo menos 800 unidades por mês.  A garantia do carro é de 6 anos.

Gostei.


Prêmio Imprensa Automotiva elege melhores carros e motos de 2012
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Suzane Carvalho

Aconteceu hoje, no Autódromo ECPA, em Piracicaba, interior de São Paulo, o 14° Prêmio Imprensa Automotiva organizado pela ABIAUTO (Associação Brasileira de Imprensa Automotiva).

No Prêmio, carros e motos são pré-selecionados pelos jurados para uma final comparativa.  Participei da eleição das motos juntamente com outros 11 votantes.

Eis as motos finalistas e nas fotos, as vencedoras:

Honda VFR 1200F

 

Categoria Estradeira:
BMW K 1600 GTL
Harley-Davidson Street Glide
Honda VFR  1200F
Yamaha XT 1200Z Super Ténéré

 

 

 

 

Honda NC 700X

 

Categoria Urbana/Street:
Dafra Next 250
Honda CG 150 Fan Flex
Honda NC 700X
Yamaha Fazer 250 BlueFlex

 

 

 

 

Honda CBR 1000RR

 

Categoria Esportiva:
BMW S 1000RR
Honda CBR 1000RR
MV Augusta F4

 

 

 

 


O prêmio de Melhor Moto Imprensa Automotiva 2012 ficou com a Honda VFR 1200F, bi-campeã.

Nas categorias de carros, 65 jornalistas de todo o Brasil participaram da votação.  A curiosidade ficou por conta de Volkswagen e FIAT não levarem nenhum prêmio. Eis os vencedores:

Carro Nacional: Chevrolet Onix
Carro Importado: Ford Fusion
Utilitário Esportivo: Ford EcoSport
Picape: Ford Ranger
Compacto: Chevrolet Onix
Monovolume: Chevrolet Spin
Melhor carro Imprensa Automotiva: Chevrolet Onix