Blog da Suzane Carvalho

Arquivo : maio 2013

Festa brasileira dos 110 Anos da Harley-Davidson será neste sábado, em São Paulo
Comentários Comente

Suzane Carvalho

Será neste sábado, no Anhembi, em São Paulo, a festa brasileira em comemoração aos 110 Anos da Harley-Davidson.
Na programação está um desfile de motos pela cidade com Bill Davidson, vice-presidente do Museu Harley-Davidson, várias bandas de rock que estarão se revezando e agitando o público e também uma área de exposições com os modelos Harley-Davidson 2013. A festa brasileira, que é o principal evento da marca no País em 2013, contará ainda com uma área exclusiva para os membros do H.O.G® (Harley Owners Group), uma loja para venda da camiseta oficial do evento, além de praça de alimentação com opções de fast food.


Sobre o aniversário de 110 anos da Harley-Davidson
O aniversário de 110 anos da Harley-Davidson é uma celebração global com um ano de duração, conectando milhões de fãs da marca ao redor do mundo. No calendário oficial do aniversário, 12 festas prometem experiências diferentes, além dos eventos pré-existentes ao redor do mundo, até setembro de 2013. Os eventos ocorrerão em 11 países em seis continentes e serão liderados por duas celebrações principais, a festa em Roma, Itália, entre os dias 13 e 16 de junho de 2013, e em Milwaukee entre os dias 29 de agosto e 1º de setembro.

Os fãs da Harley-Davidson estão convidados a conhecer mais sobre o aniversário de 110 anos e se juntar à celebração online, onde podem compartilhar vídeos, imagens e experiências por meio do Facebook, no Twitter com a hashtag #HD110 e também no site www.h-d.com/110.  O endereço brasileiro é www.hd110anos.com.br .

 

VEJA AQUI os modelos especiais que a H-D preparou em comemoração aos seus 110 anos.

 

 Aqui, a programação completa da festa:

13h00

Túnel do Tempo

Área Expo

Loja Camisetas 110 anos

Área H.O.G.

Estúdio de Tatuagem Puros Cabrones

Abertura dos portões para concentração do Desfile de Motos

13h00 – 14h00

Concentração do Desfile de Motos
Os Credenciados

14h00 – 15h30

Desfile de Motos

15h30

Abertura dos Portões e Chegada do Desfile de Motos

15h30 – 16h00

DJ Rodrigo Branco

               16h00 – 17h00

Fabulous Bandits

17h00 – 17h30

Show de Manobras com o modelo XR1200X™

17h30 – 18h30

Mr. Kurk

18h30 – 19h00

DJ Rodrigo Branco

19h00 – 20h30

Balance Van Halen Cover

20h30 – 21h00

DJ Rodrigo Branco

21h00 – 21h30

Cerimônia de Agradecimento com Bill Davidson

21h30 – 23h00

Capital Inicial

23h00 – 00h30

DJ Rodrigo Branco

00h30

Encerramento


Montada em Manaus, superesportiva da Triumph, Daytona 675R, chega mês que vem
Comentários Comente

Suzane Carvalho

Fotos: Thiago Pinheiro

Nova Daytona 675R chega com 128 cv e 7,54 kgf.m

Com o típico motor de três cilindros renovado, a superesportiva de média cilindrada da Triumph, Daytona 675R, chega às concessionárias no mês que vem.

Montada na Zona Franca de Manaus, a moto é a mesma que é vendida na Europa, salvo ajustes para utilização de nosso combustível.  Lançada em 2006, a Daytona 675R teve sua primeira atualização em 2009, quando então já foi dado início ao desenvolvimento desta nova versão por parte dos engenheiros ingleses.

O tradicional motor de 3 cilindros ganhou muito mais do que os 3 cavalos a mais de potência.  Ganhou também configuração diferente: a relação diâmetro x curso do pistão mudou de 74 mm x 52,3 mm para 76 mm x 49,6 mm.  Com o curso menor, ele sobe de giro mais rápido.

As 12 válvulas são feitas de titânio e os cilindros têm revestimento em nicasil, o que o deixa mais resistente ao atrito.

São dois injetores por cilindro.  Um na extremidade do bocal de admissão que aponta diretamente para baixo da extensão do duto de admissão, para fluir maiores quantidades de combustível quando o acelerador abre mais e em altas rotações quando a demanda do motor for mais elevada. O injetor secundário fica mais próximo da válvula de admissão em um ângulo voltado para o fluxo de ar.  Esta configuração visa maximizar o aproveitamento do combustível que é injetado em spray, atingindo assim todo o pistão.

Para reduzir a perda de energia devido à resistência do combustível, no cárter há um sistema de limpeza do óleo dos braços da manivela e dos defletores que interrompem o impulso do óleo quando o piloto dá uma freada brusca.  Outra alteração foi na massa de inércia do virabrequim e do rotor do alternador que foram reduzidas.  Com essas alterações, ele alcança 500 rpm a mais que o modelo anterior, cortando agora em 14.400 rpm.

As válvulas de escape tiveram o diâmetro reduzido em 1,3 mm ficando com 24,2 e elevação aumentada em 0,2 mm.  Para agilizar o fluxo do combustível, o desenho das válvulas também mudou, causando menor resistência.
Ele ficou com potência de 128 cv a 12.500 rpm e torque 7,54 kgf.m a 11.900 rpm.  A taxa de compressão aumentou de 12,65 para 13,1:1.

O câmbio também mudou: o mecanismo de seleção de engrenagem, o tambor seletor e o eixo do garfo seletor são outros e deixaram-no mais rápido e preciso.  As 1ª e 2ª marchas foram encurtadas.  Na transmissão final, a coroa mudou de 16 para 15 dentes.
Tem embreagem com sistema deslizante slip-assist o que deixa o manete mais leve e evita o travamento da roda traseira no caso de uma redução mais brusca.  Este mecanismo é auxiliado pelo gerenciamento do motor, que abre as borboletas do acelerador nessas circunstâncias para reduzir a frenagem do motor, para as entradas de curva.
Vem com quick-shift, ou seja, é possível mudar de marcha sem aliviar o cabo do acelerador.  O sistema modifica o tempo de corte da ignição de acordo com a velocidade e a carga do motor.

O escapamento de aço inoxidável que antes ficava debaixo do assento, agora foi transferido para baixo do motor.  O ruído é agradável, sem gritar muito.

O novo chassi melhorou a distribuição de peso com maior centralização da massa.  O quadro é semelhante ao do modelo anterior, porém é uma nova concepção feita com oito peças fundidas – em vez de 11.  Tem um subquadro traseiro de alumínio, que vem pintado de vermelho.

O ângulo de inclinação do cáster foi de 23,9 para 22,9°; e o trail, de 89,1 para 87,2 mm. Com isso a nova Daytona 675R responde melhor às mudanças de direção.  A posição do pivô da balança é regulável.

Tem novos garfos e novas rodas, que ficaram mais leves e a distância entre eixos foi reduzida. Os garfos dianteiros são os Öhlins NIX30 com ajuste de compressão no garfo direito e de retorno no garfo esquerdo.  Em ambos tem ajuste de pré-carga.

A suspensão traseira vem com amortecedor Öhlins TTX Twin Tube com dois cilindros internos.  O óleo circula por um cilindro interior principal e por outro externo. À medida que o amortecedor é comprimido, o óleo localizado abaixo do pistão é empurrado para baixo do cilindro interior. Na parte de baixo, o óleo flui na borda e para cima no sentido oposto, ficando entre o cilindro exterior e o interior. Em seguida, flui através de um sistema de válvulas no topo do amortecedor, com válvulas de sentido único para garantir seu fluxo por um conjunto de válvulas sob compressão e outro conjunto no curso de retorno, quando o óleo se move na direção oposta. Com isso o óleo fica sempre sendo empurrado para as válvulas pelo pistão do amortecedor, retardando o aquecimento do óleo.

Os ajustes de compressão e retorno são bem fáceis de serem mexidos, pois estão bem à vista, na parte superior.    Tem ajuste de pré-carga e curso da mola ficou pouca coisa mais longo.

As medidas da moto ficaram da seguinte forma:  2,045 m de comprimento,  1,112 m de altura e  69,5 cm de largura com  entre-eixos de 1.375 mm.  A posição do piloto está um pouco mais alta em relação ao guidão, mas o banco está um pouco mais baixo, a 83 cm do chão.

Tem ABS, que pesa somente 1,5 kg, com opção “Circuit” para uso em pista. Dá até para destracionar com ela nas frenagens.  As pinças de freio dianteiro são em monobloco de alumínio da Brembo.  Na dianteira, discos flutuantes duplos de 310 mm, pinças radiais com 4 pistões.  Na traseira, disco único de 220 mm e pinça de pistão único.

No visual, ganhou linhas mais retas na carenagem, e o conjunto ótico foi renovado.  A carenagem é toda nova com o intuito de ficar mais elegante e ao mesmo tempo, mais agressiva.

No final, o peso se manteve praticamente o mesmo, sendo somente 1 kg mais leve que o modelo anterior: 184 kg em ordem de marcha.

O painel tem dois computadores de bordo com contador de voltas, shift light, relógio e cronômetro com “lap” para você pegar suas voltas na pista.  Para tal, é só dar um “flash” no farol alto.  Tem também medidor de combustível, muito útil para quem anda na estrada e também para quem faz Track Day.

Vem com pneus Pirelli Dragon Super Corsa que são de medida 120 x 70 x 17 na dianteira e 180 x 55 x 17 na traseira.

Ela é deliciosa de guiar.  Com o ângulo de cáster acentuado, reage bem aos comandos e é bem fácil de curvar.  É do tipo que você sente a moto debaixo de você.

Tem diversos opcionais, como para-brisas maior e outro fumê, e vem preparada para receber o sistema de monitoramento de pressão dos pneus.

O tanque de combustível tem 17,4 litros e a cor, somente essa “Branco Crystal”.

A versão 675 não será comercializada aqui.  As diferenças entre as duas são os painéis e os para-lamas em fibra de carbono, que na versão sem o “R” são pretos.

A Daytona 675R estará à venda a partir da segunda semana de junho por R$ 48.690,00. Ela virá para brigar com a Honda CBR 600RR, Kawasaki ZX-6R 636 e Suzuki GSX-R 750.

Ainda este mês a Triumph abrirá três novas concessionárias e não esconde que lançará novos modelos este ano, podendo, inclusive, adiantar o lançamento de algum para antes do Salão Duas Rodas.


Honda promove “Desafio PCX” entre jornalistas
Comentários Comente

Suzane Carvalho

A Honda desafiou os jornalistas presentes na etapa brasileira do Mundial de Motocross MX1 e MX2 que aconteceu final de semana passado no Parque Beto Carrero, em Penha – SC, para duas diferentes competições.


Na primeira delas fomos desafiados e dar uma volta na pista do Kartódromo com o novo scooter PCX, utilizando-o dentro das condições de segurança de trânsito e aproveitando suas características de uso urbano.  Com motor de 152,9 cc e câmbio CVT, ele tem um sistema chamado de “Idling Stop” que faz com que o motor desligue quando você para por mais de três segundos, religando imediatamente quando o acelerador é acionado.   Tínhamos que dar uma volta na pista com sentido invertido, parando em um ponto determinado, deixando o motor desligar e voltar a andar com ele até a linha de chegada, no tempo de 2 minutos cravados.

Eu ganhei o desafio com o tempo de 2:03:23.  Em segundo foi o jornalista Heverton Nascimento, editor da revista DNA Off-Road e em terceiro, André Ramos, editor da revista Pró Moto.

Já no segundo desafio, o objetivo foi andar o mais rápido possível.  Com Karts com motor 4 tempos Honda GX390, conhecidos por “13 hp” que empurram algumas categorias de  Kart de aluguel, corremos uma bateria de 20 minutos, desta vez, no sentido certo da pista, horário.
O grid de largada foi sorteado.  Larguei em quarto e ganhei, fazendo também a volta mais rápida.   Em segundo chegou Eduardo Zampieri (Minhoca) da revista Motociclismo e em terceiro, Cesar Araujo, da revsta MX Racing.

Recebemos os troféus em um jantar, das mãos do presidente da Honda do Brasil, Sr. Issao Mizoguchi.


Etapa brasileira do Campeonato Mundial de Motocross
Comentários Comente

Suzane Carvalho

O britânico Maxximiliam Nagl está em sétimo no campeonato

Acontece neste final de semana no Parque Beto Carrero, em Penha – SC, o Honda GP Brasil de Motocross que equivale à sétima etapa do Campeonato Mundial de Motocross MX1 e MX2 2013.

Dez brasileiros, que não participam do campeonato inteiro, correrão esta etapa. cinco em cada categoria.

Acompanhe em meu site oficial tudo o que acontece nos treinos e corridas e participe do sorteio de bonés autografados pelos pilotos da equipe Honda Racing de Motocross.

 


O que não entendemos. #RIP Eduardo Hiroshi
Comentários Comente

Suzane Carvalho

Hoje perdemos um grande profissional e amigo do jornalismo automotivo.
Para quem alguma vez já leu o caderno Agora São Paulo, do Jornal Folha de São Paulo, deve ter lido os textos de avaliações feitas Eduardo Hiroshi.

Uma pessoa sensível, carente, e que buscava entender o mundo. Não entendeu.
Buscou nas menores coisas a salvação de sua felicidade. Não encontrou.
Talvez lhe faltasse sentir o carinho agora demonstrado pelos colegas nas redes sociais.


Profissionalmente era completo. Viajava e tinha amigos.
Quem olhava suas fotos no FB o julgava uma pessoa muito feliz. Quem lia seus posts, nem tanto. Quem convivia com ele, tinha certeza de que era infeliz e não encontrava seu lugar no mundo.


Às vésperas de completar 36 anos, resolveu parar de viver.
Nem remédio nem analista o fizeram mudar de idéia. A Terra não o completava.
Buscou em religião, em mulheres, mas nada o fez entender o que o fazia sofrer.


Desde o primeiro test drive compartilhado, Hiroshi se dizia meu fã. No último, pediu para me ver pilotando na pista e veio no banco de trás.
Não pude fazer nada por ele além de um jantar e muitas palavras motivadoras.
Sempre tento, nas menores atitudes, fazer com que alguém viva melhor. Seja dando atenção, um sorriso ou incentivando exercícios físicos e dietas.
Mas a dor de Hiro vinha lá de trás.


Obrigada, Eduardo Hiroshi.

São Paulo Indy 300
Comentários Comente

Suzane Carvalho

Bia Figueiredo, Tony Kanaan e Hélio Castro-Neves, os brasileiros na Indy

Em final de semana com etapa brasileira da Fórmula Indy acontecendo em São Paulo, tenho que estar na pista acompanhando de perto tudo o que acontece de inovação nos carros e na categoria.

Veja em meu site oficial alguns detalhes da quarta etapa do campeonato de Formula Indy que está acontecendo no circuito do Anhembi, em São Paulo.

A largada será às 12:40 de amanhã.

O escocês Dario Franchitti, quatro vezes campeão da F Indy, largará em quarto


< Anterior | Voltar à página inicial | Próximo>